Conteúdo Patrocinado

Renda fixa hoje: veja quais são as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta quarta (14) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (14), CDBs com taxas prefixadas de até 14,180% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,940% em 1 ano e os pós-fixados até 98,5% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,150% para vencimento em 12 meses, enquanto os títulos da inflação estão pagando até IPCA+6,600% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 82% do CDI em 12 meses.

As LCIs prefixadas possuem taxas de até 11,250% em 1 ano, enquanto as ligadas à inflação estão pagando até IPCA+6,640% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PicPay
Taxa: 105,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

CDB BANCO C6
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

CDB PINE
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (14)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros de curto prazo fecharam a terça-feira (13) em queda, reagindo a dados do setor de serviços abaixo do esperado no Brasil e ao recuo dos rendimentos dos Treasuries após a divulgação da inflação nos Estados Unidos. Já a ponta longa da curva exibiu leve alta, refletindo cautela dos investidores com o cenário fiscal doméstico.

Na curva curta, o movimento foi puxado pela surpresa negativa com os números do IBGE. O volume de serviços caiu 0,1% em novembro ante outubro, frustrando a expectativa de alta de 0,2%, e avançou 2,5% em 12 meses, abaixo da projeção de 3,0%. Como o setor é um dos principais focos do Banco Central por causa da inflação persistente, a leitura mais fraca reforçou a percepção de arrefecimento da atividade. Com isso, o DI para janeiro de 2027 caiu para 13,695% (-5 pontos-base) e o DI para janeiro de 2028 recuou a 12,96% (-6 pontos-base).

Entre os vencimentos mais longos, as taxas oscilaram em terreno levemente positivo. O DI para janeiro de 2035 subiu para 13,515%, ante 13,482% na sessão anterior, em um ajuste pontual após o alívio visto na parte curta da curva.

O movimento doméstico foi reforçado pelo exterior. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,3% em dezembro, em linha com as projeções, enquanto o núcleo avançou 0,2%, abaixo da expectativa de 0,3%. A leitura manteve viva a aposta em cortes de juros pelo Federal Reserve em 2026, levando à queda dos rendimentos dos Treasuries.

Na esteira desses dados, os contratos brasileiros chegaram a renovar mínimas intradiárias. O DI para janeiro de 2028 tocou 12,945% (-8 pontos-base) ainda pela manhã, após a divulgação dos indicadores de serviços no Brasil e de inflação nos EUA.

Mais tarde, declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o resultado fiscal de 2025 — com déficit primário estimado em 0,1% do PIB, dentro da meta — tiveram impacto limitado sobre a curva. No exterior, os rendimentos dos Treasuries seguiram em queda, com o título de dois anos a 3,522% (-2 pontos-base) e o de dez anos a 4,167% (-2 pontos-base), ajudando a sustentar o alívio nos juros futuros brasileiros, sobretudo na ponta curta.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 

MoneyLab

MoneyLab é o laboratório de conteúdo de marcas do InfoMoney. Publicidade com criatividade e performance a favor de grandes ideias. Publicamos conteúdos patrocinados para clientes e parceiros.