O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (12), CDBs com taxas prefixadas de até 14,200% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,000% em 1 ano e os pós-fixados até 103,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,360% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,750% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 84% do CDI em mais de 1 ano.
LCIs prefixadas pagam até 11,360% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 85% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: maio/2028
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LCA ORIGINAL
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: maio/2029
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CDB PARANA BANCO S/A
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: maio/2027
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (13)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros encerraram a terça-feira (12) com leves altas ao longo da curva, em sessão influenciada por dados de inflação no Brasil e pela pressão do cenário externo. O movimento foi mais contido na ponta longa, enquanto os vértices curtos reagiram de forma mais direta ao IPCA.
Na ponta curta, as taxas subiram após a divulgação da inflação de abril. Apesar do índice cheio ter vindo próximo do esperado, a composição mostrou pressões persistentes em núcleos e serviços, o que reforçou a percepção de um ambiente inflacionário ainda resistente. Com isso, o mercado consolidou a expectativa de um corte limitado de 25 pontos-base da Selic na próxima reunião.
Esse quadro sustentou a abertura dos DIs mais sensíveis à política monetária, especialmente logo após a divulgação dos dados, quando as taxas atingiram as máximas do dia.
Na ponta longa, a alta foi mais moderada, mas também refletiu o cenário externo. Os rendimentos dos Treasuries avançaram, impulsionados tanto pela inflação nos Estados Unidos quanto pela continuidade das tensões no Oriente Médio, que mantêm os preços do petróleo elevados.
A valorização do Brent, acima dos US$ 108 o barril, reforçou os temores de impacto inflacionário global, contribuindo para a manutenção de prêmios de risco mais elevados nos vencimentos mais longos.
Assim, o comportamento da curva refletiu uma dinâmica clara: a ponta curta reagiu à leitura qualitativa da inflação doméstica e às expectativas para a Selic, enquanto a ponta longa acompanhou o avanço dos juros americanos e os riscos inflacionários globais, em meio ao cenário geopolítico ainda incerto.
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