Conteúdo Patrocinado

Renda fixa hoje: saiba quanto pagam CDB, LCI e LCA nesta quinta (12) na XP

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (12), CDBs com taxas prefixadas de até 14,300% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,260% para vencimento em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: março/2029
Saiba mais e invista

CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 110% do CDI
Vencimento: março/2030
Saiba mais e invista

LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: fevereiro/2033
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (12)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam em alta nesta quarta-feira (11), com pressão mais intensa nos contratos de curto prazo, em meio à volatilidade provocada pelo noticiário sobre a guerra no Oriente Médio e pela alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA.

No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 subia 12 pontos-base, para 13,13%. Já na ponta longa da curva, o DI para janeiro de 2035 registrava leve alta de 1 ponto-base, a 13,655%, indicando maior acomodação nos vencimentos mais longos.

No início do pregão, novas ações militares do Irã contra Israel e interesses ligados aos Estados Unidos deram suporte ao petróleo e ao dólar, o que elevou as taxas no Brasil diante do temor de impactos inflacionários da guerra. Autoridades iranianas chegaram a alertar que o preço do petróleo poderia alcançar US$ 200 por barril.

Ao longo do dia, porém, declarações do presidente americano Donald Trump de que o conflito pode terminar em breve trouxeram algum alívio temporário aos mercados, gerando forte volatilidade na curva de juros, que oscilou acompanhando as variações do petróleo.

A curva curta concentrou o avanço das taxas, refletindo as incertezas sobre o tamanho do corte da Selic que será decidido na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil. O mercado segue dividido entre redução de 25 ou de 50 pontos-base, com a taxa básica atualmente em 15% ao ano.

Já a ponta longa da curva mostrou comportamento mais contido, acompanhando principalmente o movimento externo. Os rendimentos dos Treasuries avançaram com a preocupação de que a alta do petróleo pressione a inflação nos EUA, levando o rendimento do título de dez anos — referência global para decisões de investimento — a subir para 4,21%.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 

MoneyLab

MoneyLab é o laboratório de conteúdo de marcas do InfoMoney. Publicidade com criatividade e performance a favor de grandes ideias. Publicamos conteúdos patrocinados para clientes e parceiros.