O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (12), CDBs com taxas prefixadas de até 14,250% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,450% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 102,75% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,320% para vencimento em 12 meses, enquanto os títulos da inflação estão pagando até IPCA+5,660% em ais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 82% do CDI em 12 meses.
As LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PicPay
Taxa: 105,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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CDB PINE
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (12)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos juros futuros fecharam a sexta-feira (9) em alta, com o mercado reduzindo as apostas em um corte da Selic no fim de janeiro, após a divulgação do IPCA de dezembro e do acumulado de 2025. Embora a inflação tenha ficado dentro do intervalo de tolerância da meta, a pressão nos preços de serviços manteve o cenário pouco favorável a um alívio monetário no curto prazo.
Na curva curta, o movimento foi mais intenso. O DI para janeiro de 2028 encerrou em 13,065%, alta de 5 pontos-base, refletindo a leitura de que o Banco Central deve manter a Selic em 15% ao ano. Pela manhã, sob impacto direto do IPCA, o DI para janeiro de 2027 chegou à máxima de 13,780%, com avanço de 6 pontos-base.
Já na ponta longa da curva, a alta foi mais moderada. O DI para janeiro de 2035 subiu 2 pontos-base, para 13,535%, sustentado por ajustes ao longo do dia e pela influência do mercado internacional.
O IPCA avançou 0,33% em dezembro e encerrou 2025 com alta acumulada de 4,26%, dentro do intervalo de tolerância da meta, mas acima do centro de 3%. A abertura dos dados mostrou aceleração da inflação de serviços e dos núcleos, reforçando a percepção de que o processo de desinflação segue lento.
Diante desse cenário, a curva passou a precificar cerca de 25% de probabilidade de corte de 25 pontos-base da Selic em janeiro, abaixo dos 30% observados na véspera, o que pressionou principalmente os vencimentos mais curtos.
No exterior, o payroll dos EUA trouxe sinais mistos. A criação de empregos ficou abaixo do esperado, mas a taxa de desemprego caiu, levando a uma reprecificação das apostas para os juros americanos. O movimento ajudou a conter parte da pressão sobre a curva longa no Brasil, enquanto a ponta curta seguiu mais sensível à leitura de que o Federal Reserve não deve iniciar cortes tão cedo.
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