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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com dólar em baixa

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

Daniel Navas

Com dólar operando abaixo de R$ 5,20, o mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (9), CDBs com taxas prefixadas de até 15,050% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,690% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 103,75% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,550% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação que pagam até IPCA+5,740% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: junho/2028
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LCA BNDES
Taxa: 81,5% do CDI
Vencimento: setembro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: junho/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (9)

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Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros encerraram a sessão de segunda-feira (8) em alta, em um dia de volatilidade e continuidade do movimento recente de reprecificação da curva, com investidores ajustando expectativas para uma Selic mais elevada por mais tempo.

O avanço foi mais intenso na parte intermediária da curva, com destaque para o DI para janeiro de 2028, que liderou os ganhos. Já a ponta longa subiu de forma mais moderada, indicando uma inclinação da curva, em meio à combinação de fatores domésticos e externos.

No Brasil, o principal vetor segue sendo a revisão para cima das projeções de inflação e juros, após dados mais fortes de atividade, como o PIB, o que tem reduzido as apostas em cortes adicionais da Selic. O mercado passou a precificar maior probabilidade de interrupção do ciclo de flexibilização já nas próximas reuniões do Copom.

Essa reprecificação ficou evidente também no boletim Focus, que trouxe nova alta nas projeções de inflação e da própria Selic, reforçando o cenário de política monetária mais restritiva por mais tempo.

No exterior, o avanço dos rendimentos dos Treasuries contribuiu para pressionar a curva local, ainda sob influência das incertezas geopolíticas no Oriente Médio. Apesar de sinais pontuais de trégua, o cenário segue instável, mantendo os prêmios de risco elevados.

Com isso, a curva curta reage mais diretamente às mudanças nas expectativas para a Selic, enquanto os vértices intermediários e longos incorporam prêmios adicionais de risco, tanto pelo cenário externo quanto pela deterioração das expectativas inflacionárias domésticas.

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