Conteúdo Patrocinado

Renda fixa hoje: veja quais são as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta sexta (9) na XP

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta sexta-feira (9), CDBs com taxas prefixadas de até 14,260% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 102,75% do CDI em 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,320% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,460% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em 12 meses.

As LCIs atreladas à inflação pagam até IPCA+6,090% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 92% do CDI em mais de 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO C6
Taxa: 102% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

CDB PicPay
Taxa: 105,25% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
Saiba mais e invista

CDB PINE
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
Saiba mais e invista

QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS

*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta sexta-feira (9)

Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui

Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam a quinta-feira (8) com variações modestas, em um pregão de noticiário calmo e cautela dos investidores antes da divulgação de dados relevantes na sexta-feira, como o IPCA no Brasil e o payroll nos Estados Unidos.

Na curva curta, o movimento foi de leve alta, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries no início do dia. O DI para janeiro de 2028 encerrou em 13,015%, alta de 3 pontos-base ante o ajuste anterior, refletindo a influência do mercado externo e a postura mais defensiva dos agentes.

Já a ponta longa da curva passou a registrar baixas leves ao longo da sessão, em um ajuste técnico após a alta da véspera. O DI para janeiro de 2035 recuou 4 pontos-base, para 13,525%, em meio a oscilações contidas e baixa liquidez.

No Brasil, a divulgação de que a produção industrial ficou estável em novembro ante outubro e caiu 1,2% na comparação anual, abaixo das projeções, teve impacto limitado sobre os preços, com os investidores evitando posições mais agressivas antes do IPCA de dezembro e do acumulado de 2025.

No exterior, os mercados seguiram atentos aos dados do mercado de trabalho dos EUA. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram para 208 mil, abaixo do esperado, enquanto o mercado manteve a aposta majoritária de 88,4% de chance de manutenção dos juros pelo Federal Reserve no fim do mês, segundo a CME FedWatch. O rendimento do Treasury de dez anos avançou para 4,181%.

Além dos indicadores, os agentes também monitoraram os desdobramentos da crise na Venezuela e as sinalizações do governo norte-americano sobre a supervisão do país. No Brasil, seguem predominantes as apostas de manutenção da Selic em 15% na próxima reunião do Copom, cenário que contribuiu para manter a curva curta estável e a ponta longa levemente ajustada para baixo.

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 

MoneyLab

MoneyLab é o laboratório de conteúdo de marcas do InfoMoney. Publicidade com criatividade e performance a favor de grandes ideias. Publicamos conteúdos patrocinados para clientes e parceiros.