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Renda Fixa Hoje: as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com a tensão entre EUA e Irã

Conheça as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (8), CDBs com taxas prefixadas de até 14,300% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,200% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,200% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A.
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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CDB BS2
Taxa: 103,5% do CDI
Vencimento: julho/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (8)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a terça-feira (7) em alta, revertendo o viés de queda observado durante boa parte da sessão. O movimento foi provocado pela escalada das tensões no Oriente Médio, após os Estados Unidos revogarem uma autorização para a venda de petróleo do Irã, o que impulsionou os preços da commodity, fortaleceu o dólar e elevou os rendimentos dos Treasuries.

Na ponta curta e intermediária da curva, mais sensível às expectativas para a política monetária, o DI para janeiro de 2028 avançou 10 pontos-base, para 14,14%. A mudança de direção ocorreu na reta final do pregão, quando o aumento da aversão ao risco no cenário internacional levou os investidores a reprecificarem os juros.

A ponta longa também encerrou em alta, embora de forma mais moderada. O DI para janeiro de 2035 subiu 5 pontos-base, para 14,37%, refletindo o impacto do ambiente externo, mas com parte da pressão compensada pela atuação do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos.

Pela manhã, a curva chegou a operar em leve baixa após um leilão enxuto de NTN-Bs, no qual o Tesouro voltou a ofertar um volume reduzido de títulos indexados à inflação. A estratégia foi interpretada pelo mercado como uma tentativa de evitar pressão adicional sobre as taxas reais de longo prazo, contribuindo para conter a alta dos juros domésticos.

Além disso, a deflação de 0,79% do IGP-DI em junho, acima do esperado, e a manutenção das apostas de um corte de 0,25 ponto percentual da Selic em agosto também ajudaram a limitar a abertura da curva ao longo do dia. No entanto, esses fatores perderam força diante do agravamento das tensões geopolíticas.

Assim, a sessão foi marcada pela predominância do cenário internacional sobre os fundamentos domésticos. Enquanto o noticiário externo levou à alta dos Treasuries e dos juros futuros brasileiros, a atuação cautelosa do Tesouro e os dados benignos de inflação impediram um avanço ainda maior das taxas, sobretudo na ponta longa da curva.

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