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Renda Fixa Hoje: conheça as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta terça (7) na XP

Conheça as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (7), CDBs com taxas prefixadas de até 14,300% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,200% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,200% em mais de 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs prefixadas pagam até 12,000% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 87% do CDI com vencimento em mais de 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO C6 CONSIGNADO S.A.
Taxa: 101,5% do CDI
Vencimento: julho/2029
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CDB BS2
Taxa: 103,5% do CDI
Vencimento: julho/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (7)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a segunda-feira (6) em queda, acompanhando a desvalorização do dólar frente ao real e o comportamento mais acomodado dos Treasuries. Em um pregão de agenda econômica esvaziada, o mercado foi marcado por baixa liquidez e ausência de fatores relevantes capazes de alterar de forma significativa as expectativas para a política monetária.

Na ponta curta e intermediária da curva, o DI para janeiro de 2028 recuou 6 pontos-base, para 14,04%, refletindo o ambiente de menor pressão sobre o câmbio e a manutenção das apostas de que o Banco Central ainda poderá promover um novo corte da Selic neste ano.

A ponta longa também acompanhou o movimento, com o DI para janeiro de 2035 caindo 8 pontos-base, para 14,325%. O recuo ocorreu em linha com a leve queda dos rendimentos dos Treasuries e com a melhora do cenário para os ativos domésticos ao longo da sessão.

O dólar voltou a operar abaixo de R$ 5,15, acompanhando o enfraquecimento da moeda americana no exterior, fator que ajudou a aliviar a curva de juros ao reduzir pressões inflacionárias associadas ao câmbio.

No cenário doméstico, o boletim Focus trouxe poucas mudanças nas projeções. A estimativa para a inflação deste ano caiu de 5,33% para 5,30%, enquanto a previsão para a Selic ao fim de 2026 permaneceu em 14%, mantendo a expectativa de mais um corte de 0,25 ponto percentual em relação ao patamar atual de 14,25%.

Sem indicadores relevantes ou novidades no noticiário, o mercado operou de forma técnica, com queda disseminada dos juros futuros, sustentada principalmente pelo recuo do dólar, pela estabilidade dos Treasuries e pela baixa liquidez ao longo do pregão.

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