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Renda fixa hoje: veja as melhores taxas para CDB, LCI e LCA nesta terça (5) na XP

Confira investimentos pré-fixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (5), CDBs com taxas pré-fixadas de até 14,950% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+9,000% e os pós-fixados até CDI +0,400%.

LCAs contam com taxas pré-fixadas de até 12,410% para vencimento em 12 meses, os títulos de inflação contam com rentabilidade de IPCA até +7,630% e pós-fixados de até 89% do CDI.

As LCIs pré-fixadas remuneram até 12,400%, em vencimentos de 12 meses, enquanto os títulos de inflação pagam IPCA-A +6,420% e os pós-fixadas até 91% do CDI.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA SICOOB
Taxa: 91% do CDI
Vencimento: junho/2030
Saiba mais e invista

LCA BV
Taxa: 11,5%
Vencimento: março/2029
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CDB NBC BANK
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: agosto/2031
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça (5)

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Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros no Brasil encerraram a segunda-feira em queda pela segunda sessão consecutiva, refletindo a recuperação dos ativos brasileiros e o movimento dos Treasuries nos Estados Unidos.

A expectativa crescente de que o Federal Reserve possa cortar os juros em setembro, após dados fracos de emprego nos EUA, influenciou diretamente a curva de juros no mercado doméstico.

As taxas dos DIs para janeiro de 2027 e 2028 recuaram para 14,16% e 13,44%, respectivamente, enquanto os vencimentos mais longos também apresentaram quedas expressivas: o DI para 2031 caiu para 13,56% e o de 2033 para 13,69%.

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A maior pressão baixista ocorreu justamente nos contratos de prazo mais longo, refletindo o alívio nos juros globais e a percepção de que um corte nos EUA pode abrir espaço para flexibilizações também em países emergentes como o Brasil.

A curva curta, mais atrelada às expectativas de política monetária local, teve variação menor diante da manutenção da Selic e da ausência de novos sinais do Banco Central brasileiro. Já a curva longa, por sua vez, teve quedas mais expressivas, influenciada pela melhora na percepção de risco externo e menor aversão ao Brasil com a exclusão parcial das tarifas.

Apesar da melhora no curto prazo, analistas alertam que ainda há incertezas quanto ao desfecho do impasse comercial. Itens relevantes da pauta de exportação brasileira, como alimentos, ainda podem ser afetados, o que mantém os investidores em alerta para eventuais revisões nos preços dos ativos e na trajetória dos juros futuros.

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