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Renda fixa hoje: o que esperar das taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta quinta (5) na XP?

Confira taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (5), CDBs com taxas prefixadas de até 13,750% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,680% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,300% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+6,440% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em mais de 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 90,5% do CDI em 12 meses.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 89% do CDI
Vencimento: fevereiro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (5)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros avançaram nesta quarta-feira (4), com pressão concentrada nos vencimentos a partir de janeiro de 2028, em um movimento de realização de lucros após as quedas recentes da curva e de reação às especulações sobre a indicação de Guilherme Mello para uma diretoria do Banco Central.

No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 subia 5 pontos-base, a 12,705%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançava 8 pontos-base, para 13,435%, refletindo a elevação dos prêmios na ponta intermediária e longa da curva. Mais cedo, o contrato de janeiro de 2035 chegou à máxima de 13,475%.

Segundo profissionais ouvidos pela Reuters, parte dos investidores optou por “comprar taxa” para embolsar ganhos recentes, movimento que ocorreu em sintonia com a queda superior a 2% do Ibovespa, também marcada por realização de lucros após o rali das últimas sessões.

Além do ajuste técnico, o noticiário político voltou a pesar sobre os DIs. A possibilidade de Guilherme Mello, atual secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, assumir a Diretoria de Política Econômica do BC seguiu contaminando os negócios, dando suporte adicional às taxas futuras.

Com formação heterodoxa — graduado e mestre pela PUC-SP e doutor pela Unicamp —, Mello gerou resistência no mercado, que vê risco de uma condução mais “dovish” da política monetária. Reportagem da Reuters indicou, na noite de terça-feira, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva caminha para confirmar o nome do economista, além da indicação de Tiago Cavalcanti para outra diretoria da autarquia.

No exterior, o cenário foi de acomodação dos Treasuries, o que limitou pressões adicionais sobre a curva doméstica. Às 16h33, o rendimento do Treasury de dois anos recuava 1 ponto-base, para 3,557%, enquanto o título de dez anos operava estável, a 4,276%, com os investidores ainda avaliando os desdobramentos da indicação de Kevin Warsh para o comando do Federal Reserve.

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