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Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs nesta segunda (4) na XP

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (4), CDBs com taxas prefixadas de até 14,500% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 104,5% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 12,220% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,850% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 916% do CDI em mais de 1 ano.

LCIs pós-fixadas pagam até 84,5% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BMG
Taxa: IPCA+ 8,180%
Vencimento: outubro/2029
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CDB BANCO C6
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: maio/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (4)

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Cenário Renda Fixa da XP

Os juros futuros encerraram a quinta-feira (30) com quedas ao longo de toda a curva, refletindo principalmente o alívio no cenário externo, com destaque para o recuo dos preços do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries.

Na ponta curta, o movimento foi influenciado pela decisão do Copom, que cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano, e adotou um tom cauteloso no comunicado. A sinalização de que o Banco Central seguirá dependente de dados e atento aos riscos inflacionários ajudou a limitar movimentos mais intensos, mas ainda assim favoreceu o fechamento das taxas.

O recuo do petróleo também teve papel relevante. A queda da commodity após atingir máximas intradia reduziu os temores inflacionários, contribuindo para a diminuição dos prêmios de risco, especialmente nos vencimentos mais curtos, mais sensíveis à trajetória da inflação e da política monetária.

Na ponta longa, as taxas acompanharam o ambiente externo, com a queda dos rendimentos dos Treasuries reforçando o movimento de alívio. A redução das pressões inflacionárias globais e a melhora marginal no apetite por risco contribuíram para o fechamento dos vértices mais longos.

Apesar disso, o cenário segue desafiador. A reavaliação das projeções para a Selic e a inflação por parte de instituições financeiras indica que o mercado ainda vê limitações para o ciclo de cortes, diante das incertezas relacionadas à guerra e à dinâmica inflacionária.

Assim, o comportamento da curva refletiu uma dinâmica clara: a ponta curta reagiu à decisão do Banco Central e ao alívio inflacionário, enquanto a ponta longa acompanhou o recuo dos juros americanos e a redução dos prêmios de risco globais, ainda sob influência de um cenário incerto.

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