O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (4), CDBs com taxas prefixadas de até 13,780% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,130% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,490% para vencimento em mais de 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em mais de 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 95% do CDI em mais de 12 meses.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
LCI CEF
Taxa: 87% do CDI
Vencimento: fevereiro/2027
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LCA ORIGINAL
Taxa: 89% do CDI
Vencimento: fevereiro/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (4)
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Cenário Renda Fixa da XP
As taxas dos contratos futuros de juros (DIs) encerraram a terça-feira (3) em queda, descolando-se do movimento de avanço dos Treasuries americanos observado durante a maior parte da sessão. O alívio na curva doméstica foi impulsionado pela divulgação da ata do último Copom, que reforçou a expectativa de início do ciclo de corte de juros pelo Banco Central em março, além de declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a sucessão na diretoria da autarquia.
O documento do Banco Central destacou que as expectativas de inflação do mercado estão “menos distantes” da meta e celebrou a melhora na inflação corrente. Embora o colegiado tenha mantido a cautela, afirmando que a magnitude e a duração do ciclo de cortes serão determinadas ao longo do tempo, o tom foi lido como um sinal verde para o afrouxamento monetário, o que pressionou as taxas para baixo desde a abertura.
Na curva curta, o desempenho foi pautado pela calibração das apostas para a reunião de março. Com a Selic atualmente em 15%, o mercado precifica majoritariamente (50%) uma redução de 50 pontos-base, enquanto as chances de um corte mais conservador, de 25 pontos, aparecem com 34%. O recuo dos vencimentos próximos reflete a confiança dos investidores de que o ciclo de queda está contratado, ancorado pelo compromisso do BC com a meta de 3%.
Já a curva longa registrou fechamento de taxas influenciada pelo cenário político e pelo fluxo de risco. As falas de Haddad indicando que o presidente Lula ainda não convidou formalmente os economistas Guilherme Mello e Tiago Cavalcanti para as diretorias vagas do BC trouxeram alívio. O mercado monitora o nome de Mello com atenção, temendo uma guinada mais “dovish” (suave na política monetária) no futuro, mas a indefinição atual acalmou os prêmios de risco nos contratos mais extensos.
A melhora nos ativos locais foi reforçada pelo forte avanço do Ibovespa e pela queda do dólar, em um dia de fluxo estrangeiro positivo para o Brasil. Esse apetite por ativos brasileiros serviu como contrapeso aos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, que subiram no exterior em meio às incertezas sobre a paralisação parcial do governo americano, embora tenham arrefecido no fim da tarde.
Ao ajuste final, o DI para janeiro de 2028 exibia queda para 12,655%, enquanto o DI para janeiro de 2035 recuava para 13,355%. O movimento consolidou uma sessão de “fechamento de curva” (queda de juros em todos os prazos), com o mercado agora voltado para os próximos dados de atividade econômica que possam definir o ritmo do primeiro corte em março.
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