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Renda Fixa Hoje: taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com dados de empregos nos EUA

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (3), CDBs com taxas prefixadas de até 14,660% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,500% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 104% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,600% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,440% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.

LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: junho/2028
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: junho/2031
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (3)

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Cenário Renda Fixa da XP

A curva de juros futuros ganhou inclinação nesta terça-feira (2), após a reprecificação da trajetória da Selic observada na véspera. O movimento refletiu o aumento das apostas de que o Banco Central pode interromper o ciclo de cortes já na próxima reunião do Copom, além da incorporação de novos prêmios de risco nos contratos mais longos.

No fechamento, o DI para janeiro de 2027 ficou praticamente estável, a 14,16%, evidenciando a limitação de avanço na curva curta, mais ancorada pelas expectativas para a Selic. Já os vértices intermediários e longos exibiram alta, com o DI para janeiro de 2029 a 14,015% e o DI para janeiro de 2031 a 14,035%, indicando abertura da ponta longa da curva.

Segundo profissionais de mercado, com apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual no radar, há pouco espaço para elevação adicional das taxas curtas. Esse cenário favorece uma maior inclinação da curva em momentos de estresse, com os juros longos reagindo de forma mais intensa à piora do ambiente macroeconômico.

Além do ajuste na política monetária, a curva longa passou a incorporar prêmios adicionais de risco, diante de incertezas no cenário externo. O principal fator foi a ameaça dos Estados Unidos de impor uma tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros, o que elevou a percepção de risco para a economia doméstica.

Nesse contexto, a curva curta permaneceu relativamente estável, refletindo uma Selic terminal próxima de 14,25% em 2026, enquanto a curva longa abriu, pressionada por riscos fiscais, externos e de crescimento. O movimento reforça a leitura de que, mesmo com o fim próximo do ciclo de cortes, o ambiente de incerteza ainda exige prêmio elevado nos vencimentos mais distantes.

Assim, o dia foi marcado por uma clara inclinação da curva de juros, com estabilidade nos prazos mais curtos e alta nos mais longos, em resposta à combinação de política monetária mais restritiva e aumento das incertezas externas.

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