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Renda Fixa Hoje: taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com ameaça de novas tarifas dos EUA

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta terça-feira (2), CDBs com taxas prefixadas de até 14,360% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 7,850% em 1 ano e os pós-fixados até 104% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,560% em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,580% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 85,5% do CDI em 1 ano.

LCIs pós-fixadas pagam até 85% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

CDB BANCO XP S.A.
Taxa: 100% do CDI
Vencimento: junho/2028
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CDB BANCO C6
Taxa: 14,550% a.a.
Vencimento: maio/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: abril/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (2)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam a segunda-feira (1) em alta, acompanhando o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior, em meio à deterioração do cenário geopolítico no Oriente Médio. A decisão do Irã de interromper negociações indiretas com os Estados Unidos elevou a aversão ao risco global, pressionando os prêmios de juros também no Brasil.

No fechamento, o DI para janeiro de 2028 subiu 15 pontos-base, a 14,035%, refletindo maior sensibilidade da curva curta às expectativas de política monetária. Já na ponta longa, o DI para janeiro de 2035 avançou 3 pontos-base, a 14,01%, em movimento mais contido, mas ainda alinhado ao cenário externo mais adverso.

O principal vetor para a alta da curva foi o exterior. A interrupção das tratativas entre Irã e EUA aumentou as incertezas sobre um possível acordo de paz, impulsionando os preços do petróleo e os rendimentos dos Treasuries. Com o Brent superando os US$97 o barril, o mercado passou a precificar maior risco inflacionário global, o que tende a exigir juros mais elevados por mais tempo.

Nesse ambiente, a curva brasileira reagiu de forma disseminada, com destaque para a ponta curta, mais diretamente ligada às expectativas para a Selic. O movimento indica cautela dos investidores quanto à continuidade do ciclo de cortes de juros no Brasil, especialmente diante de pressões inflacionárias vindas do cenário externo.

Além disso, dados do boletim Focus mostraram leve deterioração das expectativas de inflação, incluindo para horizontes mais longos, como 2028 — ponto que tem sido monitorado de perto pelo Banco Central. Esse fator contribui para manter a curva pressionada, sobretudo nos vértices intermediários e longos.

Assim, mesmo com tentativas de suavização do discurso por parte do governo americano, prevaleceu no mercado a leitura de maior risco global e inflação persistente, o que sustentou a alta dos juros futuros no Brasil ao longo de toda a curva, com maior intensidade nos vencimentos mais curtos.

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