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Renda fixa hoje: saiba quais são as taxas de CDB, LCI e LCA nesta segunda (2) na XP

Veja as taxas de investimentos prefixados, pós-fixados e híbridos em renda fixa

MoneyLab

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta segunda-feira (2), CDBs com taxas prefixadas de até 13,610% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,720% em 1 ano e os pós-fixados até 115% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,460% para vencimento em 12 meses, enquanto as letras de crédito atreladas à inflação estão pagando até IPCA+6,050% em 1 ano e as pós-fixadas pagam até 86% do CDI em 12 meses.

LCIs pós-fixadas pagam até 100% do CDI em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP

LCA RABOBANK
Taxa: 86% do CDI
Vencimento: setembro/2027
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CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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CDB ORIGINAL
Taxa: 105% do CDI
Vencimento: fevereiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta segunda-feira (2)

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Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros fecharam a sexta-feira (27) em alta firme, com pressão concentrada na curva curta, após o IPCA-15 de fevereiro surpreender negativamente e reforçar as incertezas sobre o ritmo de flexibilização da política monetária.

No fim da tarde, o DI para janeiro de 2028 subia 14 pontos-base, a 12,62%, enquanto o DI para janeiro de 2035 avançava 4 pontos-base, a 13,325%, evidenciando um movimento mais intenso nos vencimentos de menor prazo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que o IPCA-15 avançou 0,84% em fevereiro, bem acima da mediana de 0,57% projetada por economistas. Em 12 meses, a taxa acumulada chegou a 4,10%, também superando as estimativas. O resultado marcou aceleração expressiva frente à alta de 0,20% registrada em janeiro.

A composição do índice também foi considerada desfavorável. Os preços de serviços saltaram de 0,15% para 1,49% no período, com destaque para passagens aéreas e educação, que subiu 5,20%. A média dos núcleos acompanhados pelo Banco Central acelerou de 0,42% para 0,65%, indicando disseminação das pressões inflacionárias.

Diante do dado, investidores ajustaram as apostas para a trajetória da Selic, elevando os prêmios sobretudo na ponta curta da curva, mais sensível às expectativas de política monetária. O movimento ocorreu na contramão do exterior, onde os rendimentos dos Treasuries recuaram com a busca global por segurança em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã.

Com isso, enquanto a curva longa também avançou, o ajuste foi mais contido, refletindo um choque predominantemente doméstico. O desempenho reforça que, no momento, a dinâmica da inflação corrente tem sido o principal vetor de precificação dos juros no Brasil, especialmente nos vencimentos mais curtos.

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