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Em 2026, Jerome Powell deixará a presidência do Federal Reserve, abrindo espaço para a escolha do próximo chairman pelo governo Trump. A definição do novo líder é acompanhada de perto por políticos, economistas e mercados, dada a influência global do Fed sobre juros e política monetária.
Os principais candidatos ao comando têm perfis distintos: alguns mais dovish, inclinados a estímulos e tolerância à inflação, e outros mais hawkish, focados em contenção de preços e postura conservadora. A decisão impactará diretamente a trajetória dos juros nos EUA e o cenário econômico global nos próximos anos.
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Acordo Mercosul-União Europeia: impactos para o Brasil
Após mais de 25 anos de negociações, Mercosul e União Europeia assinaram um acordo comercial histórico. Especialistas avaliam que, apesar de moderados no curto prazo, os efeitos econômicos para o Brasil tendem a ser positivos no médio e longo prazo.
Tudo o que você precisa saber para proteger sua carteira
Setores como agronegócio, calçados, metais não ferrosos e produtos de madeira devem ser os maiores beneficiados. O pacto abre portas para integração comercial mais ampla e pode fortalecer a presença brasileira na economia global.
AmBev deve apresentar resultado fraco no 4º trimestre
Em relatório de prévia, a XP projeta para a Ambev um desempenho fraco no 4T25, com desempenho pressionado por menores volumes de vendas, custos mais altos e aumento das despesas financeiras. O cenário reforça uma avaliação de cautela para investidores.
Com um valuation atual considerado pouco atrativo, analistas reiteram recomendação de venda das ações, destacando que perspectivas de crescimento de resultados permanecem tímidas.
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Plano de paz em Gaza é tema de telefonema entre Lula e Mahmoud Abbas
Na ligação, os líderes discutiram a situação na Faixa de Gaza, enclave palestino que foi praticamente destruído pelas forças militares de Israel ao logo dos últimos anos, com mais de 68 mil mortos

Trump processa JPMorgan e Jamie Dimon por encerramento de contas e pede US$ 5 bilhões
Ação em corte de Miami alega motivação política no fechamento de contas pessoais e empresariais; banco nega discriminação, fala em “risco legal e regulatório” e diz que processo “não tem fundamento”
Calendário de balanços: empresas brasileiras em foco
A temporada de resultados traz transparência sobre o desempenho das empresas listadas na Bolsa. O 4º trimestre de 2025 começa a revelar números que podem movimentar o mercado e orientar decisões de investidores.
O acompanhamento das datas de divulgação das companhias é estratégico para investidores, oferecendo insights sobre setores mais promissores e potenciais ajustes em carteiras.
Natura: atualização estratégica
A Natura (NTCO3) inicia 2026 com um ciclo de crescimento orgânico e foco em devolução de capital aos acionistas. A companhia aposta em uma operação mais enxuta, reforçando sua visão de longo prazo.
Analistas mantêm recomendação de compra para os papéis, destacando a capacidade da empresa em equilibrar crescimento, eficiência e retorno para investidores.
Mercado de carbono: padrão mais elevado
O mercado global de créditos de carbono vem ganhando maturidade, com maior demanda por créditos de qualidade. A evolução indica um movimento de consolidação e profissionalização do setor.
Especialistas apontam que a busca por ativos mais confiáveis pode estimular investimentos em projetos sustentáveis e tornar o mercado de carbono uma alternativa relevante para empresas e investidores.
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Mercado Livre: aumento de custos para vendedores
O Mercado Livre (MELI34) anunciou reajuste de tarifas para vendedores, refletindo o crescimento de volumes e a necessidade de equilibrar lucro e expansão. Ajustes incluem custos de envio e armazenagem.
O movimento acompanha a pressão competitiva no e-commerce e evidencia que a empresa busca sustentabilidade operacional, sem comprometer seu crescimento sólido no mercado brasileiro.
FIIs: Capitânia Securities com recomendação de compra
O FII CPTS11 segue com recomendação de compra, sustentado por gestão eficiente, carteira diversificada e desconto no valor de mercado. O yield de 13,8% reflete estabilidade e retorno atrativo para investidores.
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A perspectiva positiva do fundo é reforçada por resultados recorrentes e potencial de ganhos de capital, tornando o ativo uma opção sólida para quem busca renda fixa ligada ao mercado imobiliário.
Planejamento financeiro: pagar ou parcelar?
IPVA, IPTU e mensalidades escolares desafiam o orçamento no início do ano. Planejamento financeiro é a chave para evitar dívidas e manter equilíbrio entre despesas fixas e investimento pessoal.
Dicas práticas incluem avaliar juros de parcelamento, priorizar pagamentos estratégicos e organizar o fluxo de caixa para atravessar o período sem apertos financeiros.
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Copom: como funcionam as reuniões para definir a Selic
O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne oito vezes ao ano para decidir a taxa básica de juros, a Selic. Cada encontro avalia cenários econômicos e ajusta a política monetária para controlar inflação e estimular crescimento.
Investidores acompanham de perto essas reuniões, que impactam rendimentos, custos de crédito e decisões estratégicas de investimento em todo o país.