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SÃO PAULO – O contrato com vencimento em julho de 2003, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera cotado a US$ 32,19 por barril, configurando uma queda de 0,53% frente ao fechamento anterior. A OPEP decidiu em sua reunião, na última quarta-feira, manter a cota de produção para seus países membros. Dessa maneira, os países membros da organização, os quais respondem por cerca de um terço de todo o petróleo produzido no globo, seguirão bombeando 25,4 milhões de barris por dia. A alta na cotação da commodity na última sessão de deveu ao anúncio por parte do Departamento de Energia dos EUA da queda nos estoques de petróleo do maior consumidor mundial.
O petróleo opera no campo negativo na manhã desta quinta-feira, fato este que se dá como produto da manutenção por parte do OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) das cotas de produção, bem como seu valor considerado razoável para o barril de petróleo.
Nesse sentido, a cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 27,69
nesta quinta-feira, baixa de 0,57% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho negativo
de hoje, o petróleo acumula forte alta de 5,21% neste mês de junho e a variação no ano fica negativa em 6,64%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
29,66 por barril em Londres.
Petróleo cai 0,53% em Nova York
Cotas mantidas
Um dos fatores que gerava incertezas para o mercado é se o cartel manteria sua faixa de preços considerada aceitável para a cotação do petróleo entre US$ 22 e US$ 28 por barril, já que especulava-se que este poderia aumentar o limite inferior a fim de justificar futuros corte de produção; contudo, a faixa foi mantida.
A OPEP justificou a manutenção das cotas com a espera para que a reentrada em maior volume das exportações iraquianas no mercado internacional se acomode, a fim de analisar com maior cuidado os impacto sobre a cotação.
Estoques nos EUA caem
Estes decaíram em 4,6 milhões de barris, atingindo assim 284,4 milhões de barris na semana terminada na última sexta-feira, sendo que esta é a maior queda registrada desde janeiro.