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O ouro segue em destaque em 2026. Depois de subir quase 70% em 2025, o metal renovou recordes com os novos riscos geopolíticos, atraindo investidores que buscam proteção contra crises e inflação. Hoje, uma barra padrão de 12,44 kg, como as mantidas pelos bancos centrais, vale cerca de R$ 10 milhões.
Investir em ouro pode ser feito de diversas formas: físico, fundos ou ETFs. A recomendação é incluí-lo na carteira como uma reserva estratégica, especialmente em momentos de volatilidade, reforçando o papel do metal como “porto seguro” do mercado financeiro.
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Prata também brilha como opção defensiva
A prata acompanhou o ouro em 2025, com valorização de cerca de 150%, e segue atraindo atenção em 2026. Assim como o ouro, é considerada uma proteção contra crises e inflação, além de ter relevância histórica de mais de 5.000 anos no mercado.
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Investidores podem se expor à prata diretamente na B3 (B3SA3), via fundos ou contratos de metais, aproveitando suas características de diversificação. É importante entender as diferenças em relação ao ouro e as tendências de mercado para otimizar a posição na carteira.
- Veja mais: Ouro fecha em queda, em meio à realização de lucros e arrefecimento de tensão Irã-EUA
- E também: Crise na Venezuela impulsiona ouro e prata em meio ao risco geopolítico
Investidores estrangeiros seguem comprando ações brasileiras
Em 2025, estrangeiros foram compradores líquidos de ações brasileiras, com entradas de R$ 26,9 bilhões no mercado à vista, impulsionados por um dólar mais fraco e fatores globais favoráveis a emergentes. Esse fluxo reforçou a atratividade dos ativos locais frente à rotação de capital internacional.
Apesar de saídas líquidas em contratos futuros (R$ 7,9 bilhões), o saldo positivo indica confiança no mercado brasileiro. A movimentação estrangeira pode impactar liquidez e volatilidade, oferecendo oportunidades para investidores atentos a tendências globais.
Resultados do 4º tri nos EUA devem surpreender
A temporada de balanços do 4º trimestre de 2025 nos EUA promete crescimento positivo do lucro por ação, com destaque para as Big Techs. A resiliência da atividade econômica e a redução de distorções causadas por tarifas contribuem para a expectativa favorável.
Diferentemente de trimestres anteriores, as grandes empresas de tecnologia devem liderar o avanço do S&P 500, impulsionando não apenas o índice, mas também a confiança de investidores globais. O cenário reforça a importância de monitorar guidances e tendências setoriais para decisões estratégicas.

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Vale, Gerdau e siderúrgicas: quem se destaca
Com preços de minério de ferro mais altos e custos controlados, a Vale (VALE3) deve apresentar resultados positivos no trimestre, refletindo a força das mineradoras. Já Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5) enfrentam sazonalidade desfavorável, podendo reportar mais um trimestre fraco.
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O desempenho das siderúrgicas depende do equilíbrio entre preços, demanda e custos operacionais. Investidores precisam analisar não só os resultados individuais, mas também o impacto do ciclo global de commodities sobre cada empresa.
Embraer avalia “Make in India”
A Embraer (EMBR3) estuda parceria com o Grupo Adani para criar a primeira linha de montagem final de aeronaves comerciais na Índia, mirando o rápido crescimento do mercado local e incentivos governamentais.
O projeto pode acelerar a presença global da empresa, reduzir custos logísticos e fortalecer o portfólio comercial na Ásia. Investidores devem observar os desdobramentos regulatórios e estratégicos dessa expansão.