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SÃO PAULO – A bolsa brasileira escapou de encerrar março em patamar negativo após registrar o melhor pregão dos últimos 45 dias no último dia útil do mês. As incertezas com eleições presidenciais no Brasil e a guerra cambial iniciada por Donald Trump, com a taxação de aço e alumínio, ajudam a explicar o desempenho estagnado do Ibovespa no mês passado. Do outro lado, o dólar e os fundos cambiais registraram alguns dos melhores desempenhos no período.
Na renda fixa, os ganhos foram pressionados pelo já esperado corte de mais 0,25 pp na Selic, que a deixou em seu menor patamar histórico (6,50%), somada à surpresa da sinalização do Banco Central de que nova redução será feita em maio. A caderneta de poupança é a que rende menos, enquanto CDBs que pagam acima do CDI e aplicações isentas de imposto de renda, como LCA, despertam maior interesse dos investidores.
No cenário de incerteza e necessidade de diversificação de portfólio, os fundos de investimentos se destacam. Em evidência desde meados do ano passado devido aos seus ganhos, os fundos multimercados valorizaram, em média, 0,87% em março.
Veja o desempenho de 13 aplicações em março:
| Produto | Desempenho em março |
| IPCA+ 2024 | 2,12% |
| Fundos cambiais** | 1,98% |
| Dólar | 1,77% |
| Fundos multimercados** | 0,87% |
| Fundos de ações livre** | 0,73% |
| Letra de câmbio – 126% do CDI* | 0,64% |
| CDB de 120% do CDI* | 0,61% |
| CDB de 100% do CDI* | 0,51% |
| LCA – 96% do CDI* | 0,49% |
| Fundos de renda fixa** | 0,44% |
| Poupança | 0,39% |
| Ouro | 0,32% |
| Ibovespa | 0,01% |
*Produtos disponíveis na plataforma da XP Investimentos em 2 de abril
** Dados da Anbima acumulados até 26 de março
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