LFTX11, LTBX11: XP Asset lança ETFs de renda fixa com foco em baixa volatilidade 

Fundos de índice LFTX11 e LTBX11 combinam proteção contra volatilidade de juros e inflação, buscando diminuir impacto negativo da marcação à mercado

Equipe InfoMoney

Representantes da XP no dia do lançamento:  Daphne Gargitter, Leonardo Vasques, Danilo Gabriel, Beatriz Batah, Bianca Maria, Fabiana Salgueiro Perobelli e Rodrigo Werneck. Imagem: Divulgação
Representantes da XP no dia do lançamento: Daphne Gargitter, Leonardo Vasques, Danilo Gabriel, Beatriz Batah, Bianca Maria, Fabiana Salgueiro Perobelli e Rodrigo Werneck. Imagem: Divulgação

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A XP Asset amplia sua prateleira de ETFs com o lançamento de dois novos fundos de índice listados na B3, disponíveis para investidores pessoa física e institucionais, que tenha perfil alinhado, e que buscam potencial proteção contra a volatilidade de juros e inflação no mercado de renda fixa.

Mais novas adições ao portfólio de mais de 18 fundos de índice da XP Asset, os ETFs LFTX11 e LTBX11 buscam combinar potencial liquidez e previsibilidade, além de atenderem o investidor que busca otimização fiscal.   

LTFX11

O LTFX11 é um ETF de títulos pós-fixados do Tesouro Selic e replica um índice de renda fixa elaborado pela B3, que inclui as Letras Financeiras do Tesouro Nacional (LFT) com maior liquidez, o que pode gerar maior eficiência na marcação do fundo. 

O objetivo da XP Asset é replicar o índice, que oferece baixa rotatividade de títulos na cesta, o que, na prática, busca reduzir custos de transação e contribuir para maior aderência ao índice, mitigando o risco de desindexação. 

“A depender do perfil de investidor e objetivos de cada cliente, pode ser uma opção de  ativo  para alocações de curto prazo, buscando reduzir risco de mercado, e para investidores isentos, porque está atrelado aos juros e tem alta liquidez”, explica Leonardo Vasques, gestor de portfólios da XP Asset. 

LTBX11

Já o LTBX11 tem uma alocação dividida entre 92% de LFTs e 8% em NTN-Bs — títulos que buscam proteger o potencial investidor contra a inflação — de longo prazo, com prazo médio de repactuação da carteira acima de 720 dias.

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O índice de referência foi elaborado pela Teva, em parceria inédita com a XP Asset na criação de ETFs.

“Ao mesmo tempo, a estrutura do LTBX11 pretende gerar uma alíquota única de 15% de Imposto de Renda, independentemente do prazo de investimento— uma potencial vantagem relevante frente à tributação regressiva tradicional da renda fixa”, comenta Danilo Gabriel, sócio e gestor de fundos indexados e internacionais da XP Asset. 

XP Asset: R$ 65 bilhões em produtos indexados 

O lançamento dos dois ETFs pela XP Asset vem em um momento favorável para o investimento nesse tipo de produto que procura amplificar o desempenho de índices tradicionais de renda fixa por meio da gestão profissional.

Segundo dados da B3, a categoria de ETFs cresceu 24% em número de investidores em 2025, enquanto o aumento de posições investidas em fundos de índice subiu 49%.

Os fundos inaugurados pela XP buscam atender ao investidor que gosta de ter certa segurança ao investir, mas de olho no maior risco da categoria: a marcação a mercado. 

As estratégias tendem a se destacar especialmente em cenários mais voláteis e sujeitos à mudança de apetite por risco, como tem ocorrido no cenário geopolítico deste ano. 

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“Estamos ampliando o acesso a soluções de renda fixa que combinam simplicidade, eficiência e sofisticação. Esses ETFs podem ser usados tanto como instrumento de caixa quanto como peça estrutural na alocação dos portfólios”, comenta Danilo Gabriel. 

São mais de 170 mil cotistas que investem em ETFs da XP Asset, totalizando um patrimônio sob gestão de cerca de R$ 7 bilhões em todos os ETFs.

Com o lançamento do LFTX11 e LTBX11, a asset soma 20 fundos de índice.

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Eles se dividem em fundos com estratégias em ativos como criptomoedas, ouro, renda variável nacional e internacional, renda fixa e em temas, como tecnologia.