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Julio Cesar conta como administra patrimônio construído com a carreira de jogador

Ex-goleiro da seleção brasileira valoriza educação financeira e planeja sucessão patrimonial com a InvestSmart, escritório da XP

Por  MoneyLab -

Prêmios individuais e títulos importantes pelos clubes por onde passou, com destaque para a Internazionale de Milão (ITA), Benfica, Flamengo, onde é ídolo, e Seleção Brasileira. A carreira do goleiro Julio Cesar é recheada de conquistas e troféus. Agora, aposentado do futebol profissional e com novos projetos, o ex-jogador tem uma outra preocupação: cuidar do patrimônio construído durante essa carreira de sucesso.

“Eu gosto muito da linguagem financeira. Conversamos bastante sobre isso em casa, de que é preciso chegar na liberdade financeira. Eu sento com meus filhos, mostro a conta bancária, explico o que é imposto de renda. Tudo isso. Hoje, estou cuidando desse patrimônio para manter o padrão de vida da minha família e cuidando da minha sucessão patrimonial também. Eu não jogo mais futebol”, afirma o ex-goleiro da seleção brasileira.

Segundo Julio, muitos atletas que conseguem ótimos ganhos durante a carreira não mantem o mesmo padrão de vida após a ‘aposentadoria dos gramados’, justamente por essa falta de educação financeira.

“O jogador vai construindo um patrimônio ao longo da carreira, porque ele é bem remunerado, mas é uma carreira de 20 anos, 25, no máximo. Quando para, é preciso sustentar essa estrutura que ele apresentou para a família. E muitos não conseguem, porque são raros os jogadores que interagem com esse mundo dos investimentos. No meu caso, a minha maior fonte de renda é derivada do patrimônio que construí. Hoje, esse dinheiro trabalha pra mim”, ressalta.

Julio Cesar é cliente e embaixador da InvestSmart, um dos principais escritórios de agentes autônomos da XP, e procura utilizar essa assessoria especializada para tomar as decisões de acordo com os seus objetivos.

“A relação funciona com eles estruturando o planejamento, trazendo oportunidades e visão de mercado, e aí eu vou adotando, ou não, dentro daquilo que acho bom para a minha família. Funciona na base da confiança. Eles me explicam cada investimento, cada ativo, porque eu gosto de saber no que estou investindo”, conta Julio.

“Ao mesmo tempo que confio, eu quero aprender. Acaba sendo uma escola para mim também, porque gosto de monetizar o tempo e conversar com pessoas que me trazem novos conhecimentos”, completa.

Depois de uma carreira que tinha como principal missão passar segurança e solidez para o seu time, o ex-goleiro revela que tem um perfil mais moderado na hora de escolher os investimentos. No entanto, está sempre de olho em oportunidades que o mercado oferece.

“Sempre fui conservador, nunca fui de finanças. Você vai entendendo como as coisas funcionam e vai correndo mais risco, pode subir um step e encara outros desafios. Tenho esse suporte da assessoria e aí, basicamente, nós chegamos a um denominador comum sobre onde investir. Estou cuidando também do processo de sucessão, pois tenho dois filhos, o Cauet, e a Giulia, e preciso dar segmento a esse legado”, ressalta o goleiro.

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A carteira com perfil cauteloso é composta por 80% de ativos mais conservadores e outros 20% em renda variável. “Eu gostaria de investir mais em ações. Mas ainda não é o momento. É preciso mais tempo para estudar a empresa. As startups, por exemplo, se elas conseguem sucesso, dão uma alavancada boa nos ganhos. Mas sigo com tudo calculado e diversificado, para, se tiver uma perda de um lado, ter algum tipo de ganho e reequilíbrio do outro”, explica.

A parceria com um dos principais escritórios da XP começou graças ao esporte que consagrou Julio Cesar e é paixão nacional no Brasil.

“O Samyr (Castro, Conselheiro da InvestSmart) é torcedor do Flamengo, apaixonado por futebol, é uma pessoa muito bacana e o escritório vem crescendo, é um dos braços direitos da XP e eles acharam que seria legal uma pessoa pública para esse momento da empresa. Acho que a minha imagem passa credibilidade e respeito. Por isso, houve o interesse de ambas as partes”, conclui.

 

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