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O Ifix – índice que reúne os fundos imobiliários mais negociados na B3 – fechou a sessão desta quarta-feira (05) com alta de 0,05%, aos 2.986 pontos. O fundo Rio Bravo Ifix (RBFF11) liderou a lista das maiores altas do pregão, com elevação de 2,82%. Confira os demais destaques de hoje ao longo do Central de FIIs.
O FII XP Log (XPLG11) assinou contrato com a MMC Soluções em Logística para a locação do módulo C5 do condomínio Syslog Galeão, localizado em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
A empresa ocupará o espaço – de 3 mil metros quadrados – durante os próximos 60 meses, conforme sinaliza fato relevante divulgado pelo fundo.
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A receita acumulada do novo contrato nos primeiros 24 meses de vigência é estimada em R$ 0,0272 por cota. A partir do 25º mês, a receita mensal prevista – sem considerar a correção inflacionária – é de R$ 0,0018 por cota.
No comunicado ao mercado, o XP Log também anunciou que a Faci.ly Soluções e Tecnologia rescindiu o contrato para a locação dos módulos A3 e A4 no mesmo condomínio logístico em Duque de Caxias.
Considerando as duas movimentações, o fundo calcula uma vacância de 7,7% no portfólio da carteira, composto por 17 imóveis que, juntos, somam uma área bruta locável (ABL) de 935 mil metros quadrados.
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Maiores altas desta quarta-feira (05):
| Ticker | Nome | Setor | Variação (%) |
| RBFF11 | Rio Bravo Ifix | Títulos e Val. Mob. | 2,82 |
| RBRR11 | RBR Rendimento High Grade | Títulos e Val. Mob. | 2,79 |
| VRTA11 | Fator Veritá | Títulos e Val. Mob. | 2,61 |
| RBRP11 | RBR Properties | Outros | 2,38 |
| BLMR11 | BlueMacaw Renda+ FOF | Títulos e Val. Mob. | 1,52 |
Maiores baixas desta quarta-feira (05):
| Ticker | Nome | Setor | Variação (%) |
| KFOF11 | Kinea FoF | Títulos e Val. Mob. | -2,29 |
| RECR11 | REC Recebíveis | Títulos e Val. Mob. | -1,85 |
| RCRB11 | Rio Bravo Renda Corporativa | Lajes Corporativas | -1,67 |
| VTLT11 | Votorantim Logística | Logística | -1,5 |
| RBRY11 | RBR P CRI | Títulos e Val. Mob. | -1,23 |
Fonte: B3
Giro Imobiliário: crise do Credit Suisse afeta FIIs brasileiros? Controlada pelo banco, CSHG diz que não; entenda
Administradora de oito fundos imobiliários listados na B3, a Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), corretora de valores, descartou qualquer influência da crise global de confiança enfrentada pelo Credit Suisse – um dos maiores bancos do mundo – nas operações dos FIIs no Brasil.
Desde a última sexta-feira (30), cresceram os rumores de que o banco suíço corre o risco de não conseguir arcar com seus compromissos financeiros. O nome da instituição, desde então, tem sido destaque no noticiário econômico e nas discussões em redes sociais.
No Brasil, o Credit Suisse é controlador da CSHG, que viu aumentar a volatilidade das cotas dos FIIs que administra. A corretora passou a ser questionada sobre o impacto dos problemas da instituição financeira suíça nas operações dos fundos imobiliários.
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Em resposta aos rumores de eventuais prejuízos para os FIIs, o CSHG divulgou comunicado nesta quarta-feira (5) reforçando que segue a lei 8.668/93 – que estabelece que os bens e direitos dos fundos imobiliários são segregados e independentes de qualquer instituição.
“Os bens e direitos integrantes do patrimônio do Fundo de Investimento Imobiliário, em especial os bens imóveis mantidos sob a propriedade fiduciária da instituição administradora, bem como seus frutos e rendimentos, não se comunicam com o patrimônio desta”, diz o artigo 7 da lei 8.668/93, destacado pela administradora.
Diante da segregação do patrimônio, a CSHG afirma que os resultados e a distribuição de dividendos dos FIIs administrados pela corretora seguirão normalmente, “uma vez que os recebimentos de locações, créditos e todos os demais direitos dos FIIs não têm correlação e não são compostos por títulos de emissão do Grupo Credit Suisse”, segundo fato relevante divulgado pela instituição.
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