Dólar comercial apresenta forte instabilidade e opera com leve alta

Mercado mostra otimismo com resultados corporativos; corte anunciado no Copom e pedido de ajuda da Chrysler são analisados

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SÃO PAULO – Em dia de forte instabilidade, variando entre perdas e ganhos, o dólar comercial apresenta na tarde desta quinta-feira (30) leve valorização próxima de 0,2% frente ao real. Mercados mostram-se otimistas com os números apresentados pelas empresas no primeiro trimestre.

No âmbito interno, a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), anunciada na noite da última quarta-feira, também é analisada. Conforme anunciado, o comitê decidiu por um corte na taxa básica de juro brasileira de 100 pontos-base, reduzindo-a para 10,25% ao ano.

Os diversos resultados corporativos reportados na sessão foram bem recebidos pelos investidores. Nos EUA, os números da Procter & Gamble, Visa e Starbucks vieram melhores do que as expectativas dos analistas. Na Europa, o mesmo ocorreu com o desempenho apresentado pela BASF.

Chrysler oficializa pedido de ajuda

Nos EUA, o presidente Barack Obama oficializou o pedido de proteção judicial contra os credores da montadora Chrysler. Tal ajuda deve resultar em US$ 8 bilhões por parte do governo norte-americano e dará à empresa tempo para concluir parceria com a montadora italiana Fiat. O governo canadense ainda deve emprestar US$ 2,4 bilhões à Chrysler.

Agenda

A atividade industrial de Chicago ficou acima do esperado para o mês de abril. Contribuindo para o cenário otimista, o número de pedidos de auxílio-desemprego ficou abaixo das expectativas dos analistas na última semana.

Por aqui, além da redução no juro básico aprovada pelo Copom, tivemos o ICI (Índice de Confiança da Indústria) referente ao mês de abril, que apresentou evolução de 8,7% para a última passagem.

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Confira as cotações do dólar

O dólar comercial opera cotado a R$ 2,1730 na compra e R$ 2,1750

na venda, leve alta de 0,09% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,4000, representando um ágio de 10,45%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 5,93% em abril, frente
à queda de 2,49% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 6,93%.

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Dólar futuro na BM&F

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
opera cotado a R$ 2.178,
baixa em relação ao fechamento
de R$ 2.183

da última quarta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, opera em leve uqueda,
atingindo R$ 2.188 frente
à R$ 2.195 do fechamento de

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ontem.