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Cresce a participação de pessoas físicas em fundos de índice negociados na bolsa

Participação delas no volume negociado em ETFs passou para 13,4% em novembro, ante 10,6% um mês antes

SÃO PAULO – As pessoas físicas têm aderido mais aos fundos de índice comercializados na bolsa de valores, conhecidos como ETFs (Exchange Traded Funds). A participação delas no volume negociado pela modalidade passou para 13,4% em novembro, ante 10,6% um mês antes.

Os fundos de índices são aqueles que buscam obter o retorno de determinado índice e têm cotas negociadas na Bolsa. Ao escolher um ETF, o investidor aplica, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias, o que remete a uma diversidade maior para o portfólio.

Apesar de ganhar espaço, as pessoas físicas não são o maior público dos ETFs. No Brasil, os investidores institucionais continuam na liderança, com participação de 43,4% no volume negociado no mês de novembro.

Na sequência, estão os investidores estrangeiros, com 21,2% de representatividade no décimo primeiro mês do ano, as instituições financeiras, com 20,6% do volume negociado, e as empresas públicas e privadas, com 1,3%.

Os fundos
A bolsa possui sete fundos de índice em negociação, sendo que seis deles são geridos pela BlackRock, mais precisamente aqueles da família IShares.

Eles seguem o Ibovespa (BOVA11), o IbrX-100 (BRAX), empresas small caps (SMAL11), empresas de maior capitalização (MILA11), empresas do setor imobiliário (MOBI) e companhias do setor de consumo (CSMO). Além disso, existe o fundo de índice que segue o PIBB (PIBB11), que tem o banco Itaú como gestor.

No BOVA11, a participação das pessoas físicas foi de 13,2% em novembro deste ano, ante 9,8% em outubro e 7,9% no décimo primeiro mês do ano passado.

Já no caso do PIBB11, a participação dos investidores de varejo ficou em 19,6% em novembro deste ano, enquanto em outubro ela era de 20,8%. Em novembro do ano passado, no entanto, era de 29%, o que mostra redução.