Diversificação como necessidade

Como montar uma carteira com fundos internacionais e qual fatia destinar a eles? Especialistas respondem

Confira live para entender como diversificar sua carteira, quais mercados vêm ganhando relevância no cenário pós-crise e os riscos no horizonte

SÃO PAULO – Com os juros cada vez mais baixos no Brasil, levando o retorno de aplicações de renda fixa a ficarem bem próximos da inflação, o investidor tem sido cada vez mais pressionado a buscar aplicações de maior rendimento em produtos mais arriscados. E não só no mercado doméstico.

As prateleiras de instituições financeiras têm sido preenchidas por um número crescente de fundos voltados à alocação internacional, de renda fixa e variável.

Por isso, a XP promoveu nesta quinta (18) a “Super Live de Investimentos Internacionais”, para tirar dúvidas de investidores com alguns dos maiores especialistas do mercado (assista no vídeo acima, a partir das 7:52:00).

Em painel com mediação do InfoMoney sobre como selecionar os melhores fundos internacionais disponíveis, Samuel Oliveira, head de análise de fundos, e Fabiano Cintra, especialista em fundos internacionais, ambos da XP, apontaram qual a alocação ideal do portfólio de um investidor ao mercado externo e falaram sobre como distribuir o patrimônio entre produtos de renda fixa e variável.

Os especialistas ainda explicaram as diferenças entre aplicar em fundos de gestão passiva (como ETFs) e ativa e quando faz sentido buscar fundos com ou sem hedge cambial, entre outros temas.

Invista na carreira mais promissora dos próximos 10 anos: aprenda a trabalhar no mercado financeiro em um curso gratuito do InfoMoney!