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Com valor das criptos em ascensão, Binance desmistifica dúvidas que afastam investidores do mercado

Maior corretora do mundo tem reforçado iniciativas para esclarecer os equívocos relacionados às criptomoedas

MoneyLab

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O ano de 2023 tem sido muito positivo para quem investe em criptoativos. A principal moeda digital, o Bitcoin, saiu de um patamar de US$16 mil no começo do ano para perto de US$35 mil no fim de outubro. Quem comprou Bitcoin na virada do ano já dobrou o investimento feito. Mas uma parcela ainda maior de investidores está fora deste mercado porque acredita em falsas crenças envolvendo a segurança e o funcionamento dos ativos digitais.

A Binance, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, tem feito um trabalho importante de identificar e dissipar equívocos relacionados ao tema.

O foco da corretora é na educação dos investidores. “Lidar com percepções errôneas e prejudiciais é um componente essencial para promover o conhecimento sobre criptomoedas e blockchain. Por isso, nós da Binance nos propusemos a identificar e eliminar as mais comuns”, comenta Guilherme Nazar, diretor-geral da corretora no Brasil.

Para o executivo, garantir que a informação de qualidade circule é também papel das empresas que atuam neste segmento do mercado. “Um dos pilares do nosso trabalho é a educação, que a Binance oferece de forma gratuita, sobre diversos assuntos da Web3 e economia, em diversos idiomas, inclusive o português brasileiro. Isso mostra nosso compromisso com o usuário e com o desenvolvimento sustentável da indústria a longo prazo.”

No mundo dos investimentos, inverdades, erros conceituais ou simples boatos podem ter um potencial importante de afetar as negociações de um ativo. Em alguns casos, pode causar confusão ou pânico, alimentando o FUD (medo, incerteza e dúvida, na sigla em inglês) e promovendo uma desconfiança em relação às criptomoedas. O primeiro deles, e talvez o mais importante, é sobre a utilidade destes ativos.

É dinheiro real sim

O conceito clássico do que é um “dinheiro real” está relacionado à possibilidade de utilização como um meio de troca em transações comerciais. Embora o Bitcoin tenha sido criado há 15 anos, até hoje há céticos que não reconhecem uma das finalidades dos ativos digitais, de serem usados em transações reais. Isto não é verdade.

Na Binance, por exemplo, as pessoas podem fazer pagamentos de forma segura usando mais de 70 criptomoedas no varejo em geral usando o Binance Pay. Moedas digitais já são amplamente empregadas na compra e venda de ativos, bens e serviços da sociedade ao redor do mundo.

Pequena parcela de golpes acontece no universo cripto

Outra falsa crença que ainda povoa o imaginário de quem tem conhecimentos superficiais sobre este universo é de que ativos digitais são inseguros e terreno fértil para criminosos praticarem suas atividades ilícitas. Embora existam casos de hacks, fraudes e lavagem de dinheiro utilizando criptomoedas, essas atividades representam uma pequena porcentagem das transações totais. E isso acontece porque a transparência da blockchain, tecnologia em que as criptomoedas são estruturadas, facilita a rastreabilidade dos recursos.

Segundo a agência das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), os ilícitos financeiros registrados em todo o mundo variam de US$800 bilhões a US$2 trilhões por ano (cerca de 2% a 5% do PIB global). Uma grande proporção das operações de lavagem de dinheiro é realizada por meio de canais financeiros tradicionais. Dados mostram que a fatia de cripto representa apenas 0,03% desse montante.

Nas principais corretoras de criptomoedas, como a Binance, há sistemas robustos de KYC (processos de identificação de clientes) e prevenção à lavagem de dinheiro (AML, do inglês Anti-Money Laundering) para monitorar transações e agentes suspeitos, reportando atividades ilícitas às autoridades quando necessário.

Funciona como reserva de valor

Outro conceito equivocado que prejudica o universo dos criptoativos é de que sua volatilidade impede que sejam utilizados pelos investidores como reserva de valor – proteção contra oscilações do mercado e que garante a manutenção do poder de compra.

As criptomoedas são, de fato, mais voláteis do que os chamados ativos tradicionais do mercado financeiro. Ainda assim, esta análise não serve para todos os casos e situações. Também é importante que o investidor tenha em mente que há criptomoedas que mantêm uma relação fixa com moedas fiduciarias – geralmente o dólar americano ou o euro – as chamadas stablecoins. Ao lastrear o suprimento da stablecoin com uma quantidade equivalente de moeda fiduciária real, como o dólar, ou títulos de curto prazo, como letras do tesouro e papel comercial, a volatilidade passa a ser controlada.

Investidores e o universo cripto

Também relativamente comum é a percepção, errônea, de que investir em ativos digitais é apenas para investidores com experiência dada a uma suposta complexidade nas negociações e no acompanhamento do mercado. Na realidade, as criptomoedas podem ser um ativo importante dentro de uma estratégia de  investimento equilibrada e diversificada.

Pesquisa da NBC News, em 2022, revelou que um em cada cinco adultos investiu, negociou ou usou criptomoedas, desmistificando que é um mercado para poucos e experientes investidores. Os ativos digitais compõem o universo de novas classes de ativos que surgem constantemente e que encontram espaço nas carteiras de investimentos.

O importante é que ao decidir ingressar no mundo dos criptoativos, o investidor busque conhecimento em fontes seguras para que compreendam as características e riscos do produto.

Na Binance, há ferramentas como a Binance Academy, que tem como missão educar sobre o potencial transformador do ecossistema blockchain e dos criptoativos. Ela oferece mais de 280 artigos em diferentes idiomas para todos os níveis de conhecimento, desde o mais básico ao mais avançado.

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