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SÃO PAULO – A carteira recomendada de fundos imobiliários da Rico Investimentos acumula ganhos 43% superiores ao do CDI (2,64%), benchmark de aplicações em renda fixa, no mesmo período. A alta do portfólio neste contrapõe a queda de 0,55% do IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários), da B3.
Em maio, o caos que reinou no mercado de renda variável bateu também nos fundos imobiliários e a carteira recomendada recuou 6,11%, enquanto o IFIX caiu 5,27%. Para junho, o portfólio não sofreu alterações.
“Este portfólio possui horizonte de médio e longo prazo e, logo, não se configura, necessariamente,
como uma cesta de ativos mensais e pode sofrer alterações conforme novas oportunidades possam surgir”, justifica a Rico em relatório enviado a clientes.
Veja o portfólio recomendado em junho:
| Fundo | Ticket | Setor |
| Hotel Maxinvest | HTMX11 | Imóveis Comerciais |
| Kinea Rendimentos Imobiliários | KNCR11 | Recebíveis Imobiliários |
| Edifício Faria Lima | FVBI11 | Lajes Corporativas |
| XP Malls | XPML11 | Shopping Centers |
| Maxi Renda FII | MXRF11 | Recebíveis Imobiliários |
| Tower Bridge Corporate | TBOF11 | Lajes Corporativas |
Os pesos das cotas no portfólio são equivalentes a cerca de 16,66% em cada fundo. Sendo assim, uma carteira hipotética de R$ 100 mil teria R$ 16.660 mil em cada ativo.
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