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SÃO PAULO – Após fechar 2006 com captação recorde de R$ 22,9 bilhões, o mercado de previdência complementar começou o ano com montante de R$ 2,261 bilhões. Na comparação com janeiro do ano passado (R$ 1,728 bilhão), o resultado é 30,86% superior.
O nível de reservas técnicas (saldo dos recursos dos planos) chegou a R$ 97,8 bilhões no primeiro mês do ano, o que representa um crescimento de 24,4% em relação ao mesmo período de 2006.
Os dados, divulgados nesta quarta-feira (21), fazem parte de relatório realizado pela Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida), instituição que sucedeu a Anapp (Associação Nacional da Previdência Privada).
VGBL lidera
Considerando-se o total captado, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) foi um dos responsáveis pelos bons resultados. Em janeiro, a captação foi de R$ 1,561 bilhão, o que representa uma alta de 40,35% em relação ao primeiro mês de 2006.
Já o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) teve captação de R$ 414,3 milhões, volume 19,49% acima do apurado em janeiro do ano passado.
Os planos de previdência tradicionais, por sua vez, tiveram alta de 6,93% no mês, na mesma base comparativa, somando R$ 284,7 milhões ante R$ 266,2 milhões.
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Ranking da Previdência
A liderança do ranking de captação continuou com o Bradesco Vida e Previdência, que tem 41,91% de participação no mercado, seguido pelo Itaú (14,58%), Brasilprev (9,44%), Unibanco (6,45%), Caixa Vida e Previdência (6,34%), Real Tokio Marine (5,74%), Santander (4,86%), HSBC (4,5%), Icatu-Hartford (0,93%) e Capemi (0,84%). As demais seguradoras responderam juntas por 4,43% da captação.