Conteúdo Patrocinado
Oferecido por Brota Company

Brota Company abre oportunidade de investimento em negócio de agricultura urbana

Rodada de captação tem aporte mínimo de R$ 5 mil; com 23 mil clientes, empresa é a principal do segmento na América Latina

Por  MoneyLab -

Não é segredo que a ideia de ter uma horta dentro de casa tem atraído cada vez mais moradores de grandes cidades. No entanto, 74% das pessoas que querem plantar ainda não iniciaram os seus cultivos. Os motivos são muitos, entre eles a falta de tempo. Para facilitar essa missão, nasceu há pouco mais de dois anos a Brota Company, primeira horta inteligente e autônoma do país. O plantio é feito em uma pequena caixa – a bBox – que comporta seis cápsulas onde ficam as plantinhas. Quem cuida só precisa encher o reservatório de água a cada 25 dias e deixar a horta no sol por 4 horas diariamente.

A possibilidade de contar com alimentos frescos atrai o interesse não só de moradores de casas e apartamentos, como também dos donos de restaurantes. A forte demanda impulsionou o negócio, e a bBox já ganhou uma versão 2.0 com sistema próprio de iluminação artificial.

“Hoje somos líderes de mercado com mais de 23 mil clientes. Crescemos 6 vezes no nosso primeiro ano, e conquistamos o lugar de principal player do setor na América Latina”, diz Rodrigo Farina, CEO da Brota. Com previsão de expandir 3 vezes em 2022, o negócio se destaca pela satisfação dos clientes, cuja métrica ultrapassa 94%.

Rodada de captação aberta

Ao se consolidar no mercado com um modelo de negócios que pode trazer nutrição para todo o mundo e reduzir o impacto ambiental, a Brota abre uma nova rodada de captação na eqseed, e convida os investidores para serem sócios com 10% do negócio. A meta é arrecadar R$ 1,5 milhão, e o aporte mínimo é de R$ 5 mil. Há poucos dias no ar, a rodada já levantou mais de R$ 350 mil.

Uma das pessoas que já investiu nessa rodada é Daniel Wanderley, que foi vice-presidente da foodtech Fazenda Futuro. A lista de apoiadores também contempla Vinicius Brito, CSO da Sallve e Julío Gejer, ex-Diretor Global da Gympass. O crescente interesse de investidores pelo negócio não é por acaso: o mercado de jardinagem no Brasil movimenta R$ 9 bilhões por ano, com perspectiva de crescer 10% a cada período.

“A nossa startup é hoje é o player mais bem estruturado e maduro para desenvolver esse segmento”, afirma. O executivo enxerga no mercado de jardinagem o mesmo potencial de expansão que havia no segmento de pet do Brasil há alguns anos. “Hoje temos grandes marcas liderando o setor, que só no em 2021 cresceu 21%, movimentando mais de R$ 51Bilhões”, diz.

Diante do potencial do mercado, Farina acredita que o desenvolvimento do segmento de hortas inteligentes pode estimular um forte movimento de fusões e aquisições. “Em 2020, observamos mais de US$ 13 Bilhões em movimentos de M&A de companhias como a nossa. Por isso consideramos a oportunidade de vender a empresa em alguns anos”, diz. Nos Estados Unidos, empresas como a Brota já foram compradas por valores que beiram R$300 milhões.

Novos produtos à vista

A Brota irá utilizar a maior parte do R$ 1,5 milhão captado para colocar novos produtos na prateleira nos próximos meses. Para além de desenvolver cada vez mais a linha intermediária que trouxe a Brota ao mercado, a ideia a partir do recebimento do valor é focar em mais outras quatro frentes de negócios.

Para isso, pretende-se lançar ao menos mais três novos modelos de horta: a mini.b, uma solução de entrada para quem busca o primeiro contato com uma horta inteligente e a b.plus, modelo mais robusto dedicado aos heavy users,. Outras verticais pretendidas pela Brota são as de decoração e a de compartilhamento de alimentos. Essa última terá um modelo especialmente desenvolvido, já chamada pelos sócios de b.Chef. De acordo com Farina, a frente de decoração é uma das mais promissoras.

Para ganhar espaço nesse segmento, os desenvolvedores estudam maneiras de promover o cultivo de mais variedades de plantas nas bBox. A ideia é agregar espécies decorativas para compor o portfólio ao lado das hortaliças. A estratégia também prevê a inclusão do conceito de design nas caixas de cultivo, que devem se adaptar a diferentes tipos de ambientes. “O mercado de decoração movimenta R$ 88 bilhões no Brasil anualmente. Tem muito espaço para a Brota crescer também dentro desse segmento”, diz Farina.

Já o conceito de compartilhamento prevê a criação de hortas com maior escala para atender à demanda de condomínios. A primeira delas será a b.Chef, com previsão de lançamento no segundo semestre desse ano. A iniciativa considera a percepção de que a agricultura urbana é mais do que um conceito visionário à medida que ter uma horta em casa, segundo vários estudos se torna cada vez mais necessário para ajudar a suprir a demanda de uma população que deixa cada vez mais o meio rural para tentarem a vida nas grandes cidades.

A linha mini.b – mais simples por sua vez – , será idealizada para servir ao cliente que está começando o seu plantio, e por isso quer pagar um valor mais baixo. “Custando até R$100, ela será responsável por trazer a maior quantidade de clientes para a comunidade, diz Farina”

Negócio sustentável

Para além do próprio conceito da Brota – um negócio que traz nutrição para todo o mundo – as etapas de produção foram desenhadas para serem sustentáveis. Toda matéria-prima é proveniente de fontes recicladas, e a empresa recicla o dobro de tudo o que gera. “Além disso, a produção e distribuição dos produtos são neutras em relação ao carbono”, diz Farina

Em sua avaliação, o crescimento robusto do negócio reflete a sustentabilidade tanto ambiental quanto financeira. “Acreditamos que a gestão responsável dessas duas frentes nos traga os melhores resultados tanto no quesito financeiro quanto na satisfação dos clientes”, afirma.

A rodada de investimento da Brota pode ser acessada no site.

 

 

 

 

 

 

Compartilhe