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As ações que abriram oportunidade de compra nos tombos da Bolsa

Thiago Salomão, analista da Carteira Recomendada InfoMoney, conta no programa Bê-a-Bá da Bolsa quais suas recomendações para incorporar ao portfólio

SÃO PAULO - Após uma sequência de pregões em que quase nenhuma ação do Ibovespa escapou dos tombos é possível encontrar algumas oportunidades para quem tem o apetite ao risco mais elevado. Thiago Salomão, analista da Carteira Recomendada InfoMoney, conta no programa Bê-a-Bá da Bolsa (confira no player acima) quais suas recomendações para incorporar ao portfólio. 

O JPMorgan já fez suas escolhas. As recomendações de compra são, por ordem de preferência: Rumo (RAIL3), Localiza (RENT3), CCR (CCRO3), Ecorodovias (ECOR3), Locamerica (LCAM3) e Smiles (SMLS3). Os seis ativos foram classificados como portos seguros que despontam como opções interessantes de investimento, apesar do cenário nacional incerto.

O relatório do banco levou em consideração o possível desempenho das empresas no contexto de um crescimento econômico reduzido, depreciação do real, e alta na curva de juros futuros. Clique aqui e conheça a análise completa do JPMorgan

Também em relatório, o Citi destacou positivamente as ações de Gerdau, RD (ex-Raia Drogasil) e Cielo. Esta última, segundo os analistas está "barata demais para não prestar atenção". O BTG Pactual destacou o segmento de siderurgia e destacou que, apesar da piora nas projeções, o risco-retorno está claramente mais atrativo para as empresas do setor.

Salomão lembra que Gerdau, Usiminas, CSN, Rumo, Localiza e Locamerica têm forte correlação com o desempenho da atividade econômica brasileira e, com as recentes revisões para baixo do PIB brasileiro, seus negócios devem ser afetados, perspectiva que resultou na desvalorização das ações. Desse leque, Salomão mantém na Carteira InfoMoney os papéis de Usiminas e Gerdau. "Localiza e Locamerica não caíram tanto assim para ficar interessante", avalia. 

Sobre Smiles, Salomão acredita que a compra de ações vale a pena para quem pretende manter o ativo para o longo prazo. Entre as empresas consideradas "extremamente resilientes, previsíveis e que não devem sofrer com a crise", ele ainda destaca as ações da Tim.

As ações da IRB, que detêm a maior participação na Carteira InfoMoney, também foram destacadas por Salomão, que enfatizou o fato de a empresa dominar o setor de resseguros e ter pouca elasticidade em sua demanda. Como é uma empresa que traz segurança ao portfólio, o papel sequer caiu em maio e, por isso, o analista não espera valorização forte do ativo.

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