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RIO DE JANEIRO – A expansão da mina de carvão da Vale (VALE3; VALE5) em Moçambique foi adiada em um ano, e o projeto de logística no país se tornou ainda mais importante para a mineração do produto diante de má operação da ferrovia existente no local, disse o presidente da companhia nesta quinta-feira.
A entrada em operação do projeto Moatize II, que estava previsto para o segundo semestre de 2014, passou para segundo semestre de 2015, mostra o relatório da Vale com resultados do quarto trimestre de 2012.
“Para alinhar o planejamento de mina e da logística em Moçambique, juntamente com a otimização do perfil de desembolsos de caixa programado, decidimos adiar a data de start-up de Moatize II para 2S15”, citou a mineradora.
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Já o projeto de infraestrutura Corredor Nacala, que conecta a mina de Moatize a um terminal marítimo com capacidade para 18 milhões de toneladas anuais, com investimentos de 4,4 bilhões de dólares, tem previsão de entrar em operação no segundo semestre de 2014.
A mineradora anunciou em 18 de fevereiro força maior em embarques de carvão em Moçambique, devido a problemas operacionais causados pelas fortes chuvas no país.
Fortes chuvas no início de fevereiro interromperam as operações da ferrovia que escoa a produção da Vale na província de Tete, no país africano.