Último pregão de semana difícil não promete compensação

Ajuda do governo dos EUA mais democrática; agenda repleta de indicadores econômicos e resultados corporativos

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SÃO PAULO – Fechando uma semana que não conseguiu alimentar bons ânimos, esta sexta-feira (15) fornece sinais de perdas para as bolsas europeias e para os futuros de Wall Street. Além da temporada de resultados, investidores acompanham uma agenda repleta nos EUA.

Às 9h30, serão anunciados o nível de atividade medido pelo NY Empire State Index de maio e a inflação ao consumidor de abril.

Às 10h15, atenção ao Industrial Production e ao Capacity Utilization, ambos de abril.

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Pouco depois, às 10h55, sai a confiança do consumidor descrita pelo Michigan Sentiment.

Democracia

Paul Donovan, do UBS, narra a ajuda incondicional vinda do governo norte-americano. “O programa de socialização da República Popular Democrática da América continua, com seguradoras recebendo dinheiro do Tarp”. A YRC Worldwide, empresa de transporte e logística, também entrou na fila, pedindo US$ 1 bilhão.

PIB na Europa

O PIB (Produto Interno Bruto) da Zona do Euro marcou contração recorde de 2,5% no primeiro trimestre deste ano, conforme dados divulgados pela EuroStat, órgão oficial de estatística da União Europeia.

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Esperança da recuperação

Em pesquisa feita pelo Wall Street Journal sobre as chances de recuperação, a média de 52 opiniões indica fim da recessão em agosto. Pela tendência central, o PIB dos EUA recuaria 1,4% durante o segundo trimestre, após a queda de 6,1% no primeiro.

No Brasil

A variação nos preços medida pelo IGP-10 no período de trinta dias até 10 de maio foi positiva em 0,17%, taxa 0,88 ponto percentual acima da apurada na medição anterior.

Ao longo do dia, vale acompanhar a série de resultados corporativos, com destaque para os números trimestrais de Bradespar, Eletrobrás, JBS e VCP.