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SÃO PAULO – A siderúrgica alemã ThyssenKrupp AG refez novamente os seus planos para as suas operações deficitárias de aço na América, de acordo com informações do Wall Street Journal; a Thyssen estaria estudando manter e ate expandir as suas operações no Brasil, mas sairia dos EUA completamente.
Após um ano tentando, sem sucesso, vender as suas fábricas no Brasil e no Alabama, a ThyssenKrupp estaria analisando um novo plano sob o qual formaria uma parceria para a construção da usina de processamento de aço no Brasil, mantendo assim a participação da CSA no País, afirma a publicação, citando fontes. Assim, é mais provável que o conglomerado industrial alemão venda apenas a usina em Calvert, Alabama.
As negociações com a CSN (CSNA3) para a venda da usina de Alabama não chegaram a lugar nenhum, fazendo assim a Arcelor Mittal continue sendo uma boa candidata para comprar a usina do Alabama. Vale ressaltar que as ações da CSN já tiveram fortes oscilações em meio aos rumores de que a companhia brasileira estaria perto de comprar as operações americanas da companhia alemã; uma das maiores preocupações era com a alta alavancagem da CSN. Vale ressaltar que, nesta sessão, as ações da companhia registram ganhos de 1,54%, a R$ 11,88, após subir 3,16%, a R$ 12,07, mais cedo.
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A ThyssenKrupp perdeu a esperança de vender sua participação de 73% na CSA; porém, segundo a publicação, o resto está nas mãos da Vale (VALE3;VALE5), que continua negociando com a CSN para que esta compre três milhões de toneladas de placas de aço bruto de suas operações brasileiras pelos próximos cinco anos. A ThyssenKrupp também preparou um plano B para o caso de não conseguir vender as duas usinas da divisão Steel Americas, considerando abrir as suas operações de aço na Europa e nos EUA a parcerias com outras fabricantes de aço.