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SÃO PAULO – Mal saída do teste sobre o setor financeiro, esta sexta-feira (8) enfrenta já outra prova, vinda do mercado de trabalho nos EUA.
Agendado para 9h30, o Employment Report promete algo melhor que a média recente, inspirando ânimo às bolsas europeias e aos futuros de Wall Street. No entanto, tais expectativas seguem sob exame, sujeitas a reprovação.
Divisão de turmas
Bank of America, Morgan Stanley, Regions Financial e Wells Fargo devem emitir ações e dívida, por ordem do estresse. Já Goldman Sachs e JPMorgan tiraram boas notas, atraindo a simpatia de clientes e acionistas vizinhos.
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O professor
“Lembrem-se. Foi o mercado, e não o governo, quem de fato declarou que os bancos estão subcapitalizados”, ensina Paul Krugman. Para o Nobel de Economia, enquanto os indicadores de mercado não aprovarem o setor financeiro, ninguém passa de ano.
Revendo a lição
Manuais dizem que, pós-crise, o PIB (Produto Interno Bruto) efetivo acaba retomando seu nível potencial. Mas não dessa vez, corrige a equipe do banco Natixis. “A convergência ocorrerá pela queda do PIB potencial, e não pelo aumento do efetivo”.
No Brasil
O IPC-S de 7 de maio marcou inflação de 0,57%, taxa 0,10 ponto percentual superior à registrada na medição anterior. Já o IPCA de abril registrou alta nos preços de 0,48%.
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No plano corporativo, atenção aos resultados de BrasilAgro, BRMalls, Copasa, Energisa, Iguatemi, Porto Seguro, Randon, Santos Brasil e Vivo.
Nota melhor
“Elevamos nosso alvo de fim de ano para o Ibovespa de 55 mil para 60 mil”, dizem os analistas do Citigroup. No portfólio regional do banco, o Brasil passou de “neutro” para “acima da média”. Assim, “qualquer correção de curto prazo deve ser compreendida como uma chance de construir novas posições em papéis brasileiros”.