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SÃO PAULO – A Telefônica Brasil (VIVT4) divulgou os resultados do primeiro trimestre na última terça-feira (7), registrando números considerados abaixo do esperado pelo mercado – o que resultou em uma queda de 3,23% no pregão anterior, a R$ 52,40 (veja mais: na contramão do mercado, Gerdau e Telefônica lideram perdas do Ibovespa após resultados).
O lucro líquido da companhia atingiu R$ 810,2 milhões, uma queda de 15,3% na comparação com o ano anterior o que. Segundo os analistas da Planner Corretora, foi uma surpresa bastante negativa, tanto é que o número apresentado deve alterar as projeções de pagamento de proventos aos acionistas no ano.
O destaque negativo fica para o segmento fixo, que tem apresentado forte contração, a uma velocidade superior à tendência do mercado, e para o avanço de custos no período. A empresa oferece um dividendo bastante generoso, com um yield esperado de 7,3% para o ano.
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Já os analistas Luis Azevedo e Tales Freire, do Bradesco, ressaltam que todos os balanços das companhias de telecomunicação no Brasil foram neutros ou fracos, o que indica que o setor não está tão bem quanto estava no primeiro semestre de 2012.
Oi: dificuldade em cumprir dividendos
Neste mesmo cenário, está a Oi (OIBR3;OIBR4) que, na semana passada, números operacionais considerados sólidos, mas ainda preocupa com relação ao seu endividamento. Além isso, conforme ressaltam os analistas da casa de de research Empiricus, a companhia utilizou a venda de ativos para cumprir com os dividendos prometidos, e não propriamente do lucro recorrente da companhia.
“A operação firmada em abril [de venda de ativos para redução do endividamento] certamente ajuda na política de dividendos, mas preferíamos que os maiores proventos viessem do lucro recorrente propriamente dito”, afirmou a equipe de análise da Empiricus.
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Veja mais em: analista questiona “origem” dos dividendos da Oi