Diversidade

Prêmio Mulheres que Transformam: vote nas finalistas

A votação pode ser feita por celular ou computador. Basta se inscrever no site do evento até o dia 28 fevereiro.

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A XP criou o prêmio Mulheres que Transformam e agora chegou a hora de conhecer e votar nas indicadas.

Empresárias, gestoras, empreendedoras, executivas, economistas, educadoras e escritoras, elas fizeram a diferença transformando os mercados em que atuam.

As finalistas estão divididas em oito categorias: autora do ano, empreendedora do ano, empreendedora social, empreendedora cultural, economista do ano, educadora do ano, profissional tech do ano e profissional de destaque em finanças.

Elas foram selecionadas por uma banca de curadoras formada por Rachel Maia, executiva com mais de 28 anos de experiência e consultora especializada em liderança e diversidade; Vivianne Senna, empresária, presidente do instituto Ayrton Senna, e Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil, e outras mulheres de destaque no mercado brasileiro. Saiba mais.

A votação pode ser feita por celular ou computador. Basta se inscrever no site do evento até o dia 28 fevereiro.

Veja abaixo um breve perfil das indicadas (se quiser saber mais sobre elas, clique aqui):

EMPREENDEDORA DO ANO

Natalia Vozza, fundadora e diretora criativa de marca da byNV
Formada em Negócios de Moda, Natalia atua entre lojas próprias e e-commerce. Em 2019, a empresa ultrapassou os R$ 100 milhões em faturamento bruto. No ano passado, foi anunciada a compra da NV pelo Grupo Soma (dono de marcas como Animale e Farm), numa operação avaliada em R$ 210 milhões.

Karine Oliveira, criadora da Wakanda Educação
Com apenas dois anos de vida, o projeto já impactou mais de 600 empreendimentos periféricos. São iniciativas direcionadas às mulheres negras e comunidade LGBTQIA+. Entre algumas das ações, está o “Deusas do Empreendedorismo”, que destaca os negócios feitos por mulheres através de uma metodologia própria.

Sauanne Bispo, CEO da ID Experiências
CEO da primeira agência de viagens no Brasil que realiza intercâmbios, em inglês e espanhol, fora de países tradicionais. Os intercambistas vão para países como Gana e África do Sul e ganham uma vivência africana, cultural e histórica.

Tatiana Pimenta, CEO da Vittude
Tatiana desenvolveu uma plataforma que conecta clientes a psicólogos do Brasil inteiro. O atendimento pode ser online ou presencial. Com mais de 1 mil atendimentos e um crescimento de 30% no ano passado, a Vittude recebeu um aporte de R$ 4,5 milhões liderado pela Redpoint eventures, com participação do fundo de venture capital Superjobs.

EMPREENDEDORA SOCIAL

Geovana Conti, CEO da Youngerz
Em 2014, Geovana decidiu largar o emprego para se dedicar exclusivamente à Youngers – empresa social focada em gerar inclusão profissional para as novas gerações. Aos 40 anos, é diretora comercial da empresa que oferece cursos e oficinas de Empreendedorismo e Empregabilidade. A fundadora da Youngerz também é Influencer da Câmara da Mulher Empreendedora e Gestora de Curitiba e voluntária em redes como o Grupo Mulheres do Brasil e na Rede Mulher Empreendedora.

Regina Esteves, diretora-presidente da Comunitas
Em 2020, a paulista arrecadou, em apenas três dias, R$ 50 milhões para comprar respiradores para hospitais públicos de São Paulo, em meio à crise sanitária da Covid-19. Regina cursou administração e herdou do pai a veia empreendedora, seguindo pelo caminho da assistência social, onde começou conduzida pelas mãos da ex-primeira-dama Ruth Cardoso.

Erica Butow, CEO da Ensina Brasil
A ONG recruta jovens talentos com potencial para causar impactos positivos no país na área da educação. Erica é formada em Administração pela FEA-USP, tem MBA em Berkeley e foi visiting student na faculdade de Educação de Stanford como Lemann Fellow. Trabalhou em startups e ONGs de educação no Brasil e EUA e consultoria estratégica e nas áreas de marketing e planejamento estratégico na Procter & Gamble e Whirpool.

Eliana Sousa Silva, Redes da Maré
Há mais de 20 anos, membros da comunidade da Maré, no Rio de Janeiro, produzem conhecimento, elaboram e realizam projetos para garantir direitos e melhorias na vida de 140 mil moradores das 16 favelas do complexo. As ações são nas áreas da educação, cultura, arte, memórias, identidades, direito à segurança pública e acesso à Justiça.

EDUCADORA DO ANO

Nathália Rodrigues, orientadora financeira e administradora
Mais conhecida como Nath Finanças, ela ensina educação financeira de uma maneira fácil e prática para quem nunca estudou ou não entende do assunto. Sejam estudantes, estagiários, desempregados ou trabalhadores que que ganham 1 salário mínimo. Seu objetivo é tirar o povo do vermelho e explicar como usar o melhor o dinheiro.

Maria Helena Guimarães de Castro, socióloga e professora
Em 2020, assumiu a presidência do Conselho Nacional de Educação (CNE) com a missão de formular e avaliar a política de educação. Foi ela a relatora de pareceres relacionados à pandemia, considerando as atividades não-presenciais como carga-horária válida. Antes foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e secretária-executiva do Ministério da Educação (MEC).

Eliane Leite, educadora, fundadora da Uzoma Diversidade Consultoria em inclusão
Seu foco é a inclusão da diversidade na cultura empresarial brasileira. A também diretora da ETEC Pirituba, é membro do comitê de igualdade racial do Grupo Mulheres do Brasil e atuou como voluntária no Fórum de Igualdade Racial.

AUTORA DO ANO

Malu Gaspar, autora de A Organização: A Odebrecht e o Esquema de Corrupção que Chocou o Mundo (2020)
Neste livro, Malu desvenda as engrenagens de um dos maiores casos de corrupção da história do país. A obra começa em 2015, quando a força-tarefa da Lava Jato fulminou o “clube” de empreiteiras que controlava os contratos com a Petrobras e a Odebrecht liderava o ranking das empresas de engenharia nacionais. O esquema envolvia propinas a centenas de políticos, prefeitos a presidentes. Delatados por colaboradores da Justiça, alguns executivos foram presos.

Monique Evelle, autora de Empreendedorismo Feminino: Olhar Estratégico Sem Romantismo (2019)
Quantas vezes você teve uma ideia que não saiu do papel? Monique, aborda o cenário e caminho de quem deseja empreender no Brasil. Em seu primeiro livro, a empreendedora, traz aprendizados a partir de relatos pessoais, sobre o que é gerir um negócio e como ele pode ser positivo para todos no entorno – das análises de contexto, estratégia ao relacionamento e comunicação.

Djamila Ribeiro, autora de Quem Tem Medo do Feminismo Negro? (2018)
A filósofa une um ensaio autobiográfico e com uma seleção de artigos publicados por ela no blog da revista Carta Capital. São memórias da sua infância e adolescência. O livro discute o que ela chama de “silenciamento” – processo de apagamento da personalidade por quem passou discriminação, o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju Coutinho e Serena Williams. E temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil.

Ruth Manus, 10 histórias para tentar entender um mundo caótico (2020)
Além de escritora, a advogada e palestrante tem sete livros publicados. Neste livro, Ruth reflete sobre felicidade, corrupção, saúde, violência, meio ambiente, desigualdade, amor, racismo e tantos outros temas que assombram um planeta em transformação. É para quem quer compreender por que chegamos ao tempo das pandemias, e por que o pior que pode acontecer para a população, é voltar à (a)normalidade. Ruth, com o livro, quer criar reflexões para um futuro com igualdade de direitos.

ECONOMISTA DO ANO

Solange Srour, economista-chefe do Credit Suisse no Brasil
Ela já foi economista-chefe da ARX Investimentos, do BNY Mellon, do Banco BBM e da Nobel Asset Management. Solange escreve artigos para jornais de economia e política, e já foi do Departamento de Economia da PUC-RIO.

Laura Carvalho, economista
Professora do Departamento de Economia da Universidade de São Paulo (FEA/USP), pesquisadora líder do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (MADE/USP) e Senior Fellow do Schwartz Center of Economic Policy Analysis (Scepa). Tem publicações de artigos acadêmicos em vários jornais, entre eles: Journal of Economic Behavior & Organization e Journal of Evolutionary Economics. Escreve, quinzenalmente, no jornal Nexo e é autora de dois livros: “Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico” (Todavia, 2018) e “Curto-circuito: o vírus e a volta do Estado” (Todavia, 2020).

Laura Kapurska, professora
Laura é uma das apresentadoras do podcast das EconomistAs. Participante de um grupo de pesquisas da FEA formado exclusivamente por mulheres, lançou o canal para divulgar e incentivar o público feminino a falar de questões econômicas.

PROFISSIONAL TECH

Mona Oliveira, PhD, Fundadora e Diretora de Ciência da Biolinker
Ela é fundadora de uma empresa de biologia sintética que desenvovle novas formas de expressar e purificar proteínas. Também atuou no combate à Covid-19, fazendo parceira num estudo na USP, onde desenvolveram um teste rápido para o vírus, com um custo até cinco vezes mais barato que os testes convencionais vendidos em farmácias, além de revelar anticorpos de quem já tomou a vacina.

Iana Chan, fundadora da Programaria
Jornalista e apaixonada por tecnologia e educação, fundou a Programaria para incentivar meninas a programar, um mercado ainda muito direcionado para os homens. Iana acredita que mulheres também podem. Por isso, oferece ferramentas e oportunidade para elas aprenderem. Ela também é Program Manager na Liga Ventures, primeira aceleradora totalmente dedicada a conectar startups e grandes empresas para gerar negócios e inovação.

Mariel Reyes Milk, CEO e Fundadora do Reprograma
Focada para mulheres com interesse em tecnologia e sem oportunidade. Mariel desenvolveu a startup em busca de preencher uma lacuna de gênero no setor de tecnologia do Brasil. Ela oferece cursos online e presencial, cursos front-end e back-end para as mulheres poderem entrar no mercado de trabalho.

Mariana Dias, CEO da Gupy
Ela faz parte do desenvolvimento primeira inteligência artificial desenvolvida para recrutamento e seleção do Brasil, permitindo que empresas encontrem os candidatos que têm maior afinidade com as vagas. Atualmente, já são 10 milhões de candidatos cadastrados na plataforma. A startup conta com profissionais de RH e de Tecnologia, com o objetivo de transformar os processos seletivos no país.

EMPREENDEDORA CULTURAL

Juliana Vicente, fundadora e diretora da Preta Portê Filmes
Um dos nomes mais importantes na direção de cinema brasileiro contemporâneo. Criadora e diretora de “Afronta!”, série no Netflix. É diretora e roteirista de “Diálogos com Ruth de Souza”, produtora de “Lili e as Libélulas”, de René Guerra, e idealizadora da Escola da Preta – um espaço de intercâmbio e apoio para negros e indígenas no mercado audiovisual. Em 2015, recebeu o prêmio Camera D’Or no Festival de Cannes com a coprodução “A Terra e a Sombra”. Entre suas obras de impacto social e mérito artístico, recebeu mais de 100 prêmios dos mais importantes festivais de cinema do mundo.

 

Eliane Dias, empresária e advogada

Nascida e criada na periferia de São Paulo, Eliane está à frente da gestão da carreira dos Racionais MC’s e de outros artistas. Com a família, ela investe o seu tempo na produtora Boogie Naipe, e levou o título de empreendedora musical do ano no Women’s Musical Event Award, premiação dedicada às mulheres da música no Brasil. Eliane já foi babá, empregada doméstica, modelo e coordenadora do S.O.S. Racismo, na Assembleia Legislativa de São Paulo. E ainda administra o seu tempo para palestrar sobre igualdade de gênero.

Bárbara Paz, atriz, diretora e produtora
Bárbara foi casada por nove anos com o diretor Héctor Babenco, que morreu em 2016. Com amor e inspiração, dirigiu “Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou” (2020), que estreou no Festival Internacional de Veneza e recebeu o Prêmio de Melhor Documentário na competição Venice Classics. O filme foi indicado pelo Brasil para concorrer a uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Sem apoio e verba do governo federal para promover o filme junto à Academia, a solução foi crowdfunding que já arrecadou mais de R$ 120 mil.

Ana Flávia Cavalcanti, atriz e roteirista
É diretora, roteirista, performer e atriz. Seus projetos televisivos mais recentes são a novela “Amor de Mãe” e as séries “Sob Pressão” e “Onde está meu Coração”. Paralelo a isso, Ana Flavia tem vários destaques no cinema, como “Rã”, curta que marca sua estreia como diretora e roteirista e que participou de cinco festivais em 2020. O filme também ganhou o prêmio de Melhor Curta-Metragem no 52º Festival de Brasília e foi selecionado para a Mostra Generation na 71ª Berlinale. Ana Flavia também participou de “Casa de Antiguidades”, longa dirigido por João Paulo Miranda Maria, atuando ao lado de Antonio Pitanga.

Ana Hikari, atriz e criadora de conteúdo
Escolhida pela Forbes para a lista “30 under 30” de 2020, a atriz fez história ao se tornar a primeira protagonista amarela da Rede Globo, em “Malhação: Viva a Diferença”, temporada vencedora do Emmy Kids e que voltou ao ar em 2020. A série “As Five”, da Globoplay, foi inspirada na personagem que fez em Malhação. São dilemas enfrentados pelas jovens. Seu próximo projeto é a novela “Quanto Mais Vida Melhor!”, prevista para o primeiro semestre de 2021. Ana usa as redes sociais para combater o preconceito contra pessoas amarelas, além de discutir sobre racismo, homofobia e feminismo.

INOVAÇÃO EM FINANÇAS

Fernanda Ribeiro, co-Fundadora da Conta Black
Reconhecida na lista dos 50 profissionais Hustlers a serem seguidos, segundo a Gama Academy. Fernanda é líder de diversidade da Associação Brasileira de Fintechs e Embaixadora Rede Ibero Americana de Mulheres em Fintech. Venceu o Prêmio Empregueafro Talento da Diversidade e o Prêmio CITI Jovens Empreendedores na categoria Organização Social Mais Transformadora. A pós graduada em comunicação corporativa, se dedica a ações de inclusão econômica e social, relacionadas ao racismo, gênero, empreendedorismo e finanças.

Beatriz Santos, CEO da Barkus
Mais de 8 mil jovens e adultos passaram por seus cursos. Desde 2016, Beatriz ensina educação financeira, mudando realidades e diminuindo desigualdades. O impacto social da Barkus tem como objetivo expandir horizontes. Todos os cursos têm metodologias de aprendizagem criadas por ela.

Carolina Cavenaghi, co-fundadora da Fin4She
Carolina quer atrair cada vez mais jovens para o mercado financeiro. Para isso, desenhou uma série de palestras com mulheres em universidades, previstas para este ano. O objetivo é unir no site, que já está no ar, jovens capacitados e interessados no mercado financeiro à um banco de vagas, além de buscar novas empresas parceiras.

Amanda Magalhães, economista, cofundadora da Vozz e da Oslo Investe
Em 2020, Amanda criou a VOZZ, plataforma com objetivo de ampliar a presença e liderança das mulheres no mercado de trabalho. Além disso, é sócia fundadora da Oslo Investe, que une a experiência da equipe em mercado financeiro, finanças pessoais e design educacional com tecnologia