Planner inicia cobertura de Queiroz Galvão recomendando compra

Preço alvo recomendado para as ações é de R$ 26; expectativas para companhia são positivas diante de possíveis aquisições

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SÃO PAULO – A Planner Corretora inicia nesta segunda-feira (1) a cobertura da companhia de exploração e produção de óleo e gás Queiroz Galvão E&P (QGEP3), recomendando compra para os papéis da companhia e preço alvo de R$ 26, o que implica em um upside de 46,89% em relação ao fechamento da véspera.

“Nossa recomendação é baseada no portfólio balanceado em termos de risco, maturidade e potencial econômico, além de uma campanha exploratória sustentável”, explicam os analistas.

Eles ainda consideram fatores para a recomendação de compra a experiência e o posicionamento estratégico no setor, sem contar das oportunidades de farm in (aquisição de direitos de concessão) e participação em novas rodadas de licitação da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para águas profundas e ultraprofundas, alocando os seus recursos financeiros de maneira mais diversificada e equilibrada com seu ciclo de investimentos e fluxo de caixa.

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“Esperamos para os próximos 12 meses que a empresa avance nas perfurações dos poços prospectivos e na avaliação das descobertas (recursos contingentes), o que pode tornar a relação de risco e retorno de seus ativos mais atrativa, aumentando também o volume de recursos potencialmente recuperáveis”, expõe a Planner.

Farm in e farm out
“Na nossa avaliação a combinação posição de caixa robusta; geração de caixa sólida e baixa alavancagem financeira da empresa, aliada à experiência e qualificação da Queiroz Galvão para se posicionar de forma estratégica no setor são fatores determinante para que haja sucesso na implementação do programa exploratório e desenvolvimento de hidrocarbonetos”, acreditam.

Como upside adicional, a Planner considera ainda a possibilidade de farm out  (venda os direitos de concessão), caso haja evolução da fase exploratória e sucesso nas avaliações.

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“Isso poderá acontecer tendo em vista que a empresa opera em blocos próximos aos hot spots brasileiros e com potencial de desenvolvimento de óleo leve, acompanhando o trend de campos em águas rasas, regiões estas que as grandes empresas do setor têm mostrado apetite para o futuro desenvolvimento de hidrocarbonetos”, concluem.