Petrobras envia comunicado a respeito de construção de cascos de plataformas

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SÃO PAULO – A Petrobras enviou o seguinte comunicado ao mercado:

Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2010, Petroleo Brasileiro S.A – Petrobras
informa que juntamente com seus parceiros (BG, Galp Energia e Repsol) e por meio
de suas afiliadas Tupi-BV e Guara-BV, assinou hoje com a empresa brasileira
Engevix Engenharia S.A, dois contratos no valor total de US$ 3,46 bilhoes para
construcao de oito cascos das plataformas destinadas a primeira fase de
desenvolvimento da producao do polo pre-sal da Bacia de Santos.

Essas unidades, batizadas de “replicantes”, integram a nova geracao de unidades
de producao concebidas segundo parametros de simplificacao de projetos e
padronizacao de equipamentos. A producao em serie de cascos identicos permitira
maior rapidez no processo de construcao, ganho de escala e a consequente
otimizacao de custos.

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Cada plataforma, todas do tipo FPSO (unidade que produz, armazena e transfere
oleo e gas), tera capacidade para processar diariamente ate 150 mil barris de
oleo e 6 milhoes de m3 de gas. A previsao e que todas as unidades entrem em
operacao ate 2017 e serao de grande importancia estrategica para que a Companhia
alcance as metas de producao previstas para o polo pre-sal da Bacia de Santos em
seu Plano de Negocios. A expectativa e que estas plataformas acrescentarao cerca
de 900 mil barris de oleo por dia a producao nacional, quando estiverem operando
com a capacidade maxima.

Os cascos serao construidos no polo Naval de Rio Grande (RS) com a previsao de
um conteudo local de aproximadamente 70%. Os primeiros carregamentos de aco
ocorrerao em janeiro e a construcao dos cascos comecara em marco. Os dois
primeiros cascos deverao ser entregues ainda em 2013, enquanto os demais, ao
longo de 2014 e 2015.

Das oito unidades, seis serao administradas pelo consorcio do Bloco BM-S-11,
onde estao localizadas as areas de Tupi e Iracema. As outras duas serao
gerenciadas pelo consorcio do Bloco BM-S-9, onde estao localizadas as jazidas de
Guara e Carioca.

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O consorcio do Bloco BM-S-11 e operado pela Petrobras (65%), em parceria com a
BG E&P Brasil Ltda (25%) e Galp Energia (10%). Ja o consorcio do Bloco BM-S-9 e
operado pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda (30%) e
Repsol Brasil S.A. (25%)