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SÃO PAULO – Em meio à notícias sobre um contrato superfaturado com a construtora Odebrecht, a Petrobras (PETR3; PETR4) afirmou nesta terça-feira (12), que o contrato firmado entre as duas partes em outubro de 2010 foi renegociado em janeiro deste ano em virtude da necessidade de refletir no contrato o portfólio atualizado de ativos e necessidades de serviços de controladas da Petrobras no exterior.
O esclarecimento da estatal ocorreu após solicitação em relação às matérias “Estatal pediu sigilo na tramitação dos processos”, “Serviço de supervisão era mais caro que obras” e “Gasto suspeito em refinaria nos EUA”, publicadas pelo jornal O Estado de São Paulo.
Segundo a Petrobras, o contrato original firmado com a construtora previa a possibilidade de solicitação de serviços em 9 países, sendo eles: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, EUA, Japão, Paraguai e Uruguai, com um limite máximo de US$ 825.660.293,79. A Petrobras e suas controladas não estavam obrigadas a solicitar serviços até o valor total.
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Com a atual revisão do portfólio da companhia e os recentes desinvestimentos, a Petrobras, na renegociação do contrato, limitou a abrangência do acordo a 4 países (EUA, Paraguai, Uruguai e Argentina). Enquanto isso, o valor total estimado do contrato foi reduzido para US$ 481.690.002,21, uma redução de US$ 343.970.291,58.
Em relação à refinaria de Pasadena, a Petrobras afirmou que “está sendo executado um conjunto de projetos com foco na segurança operacional e conformidade legal, através da minimização de risco das operações da refinaria, em atendimento a requisitos regulatórios, auditorias de agências do governo americano, seguradoras, inspeções internas e cumprimento de padrões Petrobras”.