Pedido para que TCU audite exportações da Petrobras é aprovado

Senado terá acesso às prestações de contas da petrolífera estatal que estão no TCU nos últimos cinco anos

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SÃO PAULO – O Senado aprovou nesta terça-feira (18) o pedido do líder do PSDB, Aloysio Nunes, para que o TCU (Tribunal de Contas da União) realize auditorias nas operações de exportações de plataformas da Petrobras (PETR3; PETR4). Além disso, o Senado também terá acesso às prestações de contas da petrolífera que estão no TCU desde 2009.

A decisão ocorre após a acusação diz que a estatal estaria, por pressões políticas, inaugurando plataformas inacabadas, para finzaliza-las em alto mar. Segundo a Agência Estado, algumas dessas plataformas são enquadradas do Repetro. Com isso, essas embarações estariam sendo passadas para uma subsidiária da companhia na Europa e sendo contabilizadas pelo País como exportação, mesmo sem deixar o Brasil.

Na última semana, a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados já havia aprovado requirimento do PSDB que convida a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, a dar explicações sobre os contratos irregulares com a holandesa SBM Offshore, empresa que aluga flutuantes para petroleiras de diversos países.

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Ainda no noticiário recente da companhia Mendonça Filho, líder dos Democratas na Câmara Federal, disse que o lucro da companhia em 2013 é falso, afirmando que mais de R$ 20 bilhões contabilizados como lucro são resultantes de cálculos que podem ser contestados.

“Como tudo que acontece no governo da presidente Dilma Rousseff, esse balanço pode ser caracterizado como um balanço fake”, disse o deputado, em tom de acusação. Ele destaca que R$ 8,5 bilhões do lucro são decorrentes de ativos vendidos pela Petrobras no último ano – há um grande programa de desinvestimentos sendo executado pela empresa. 


Repórter de mercados do InfoMoney, escreve matérias sobre ações, câmbio, empresas, economia e política. Responsável pelo programa “Bloco Cripto” e outros assuntos relacionados à criptomoedas.