Oi: Medida da Anatel não deve trazer impactos negativos

"O segundo semestre é historicamente mais robusto", afirma o diretor de RI, Alex Zornig

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SÃO PAULO – Na avaliação do diretor de relações com investidores da Oi (OIBR3; OIBR4), Alex Zornig, fatores econômicos ou a suspensão das vendas promovida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) não devem promover impactos negativos para a companhia nos próximos trimestres. Zornig falou em teleconferência para analistas sobre os resultados nesta quarta-feira (1)

“O segundo semestre é historicamente mais robusto”, afirma Zornig, relacionando o período as vendas natalinas e também ao dia dos pais, em agosto. O crescimento em vendas no primeiro semestre deve refletir na receita e nos resultados dos seis últimos meses deste ano.

A companhia registrou aumento da receita líquida nos segmentos residências e de mobilidade pessoal, alta de 1,0% e 2,5%, respectivamente, permitindo um aumento do Ebtida (geração operação de caixa) do segundo trimestre deste ano, somando R$ 2,141 milhões.

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No relatório da companhia sobre a divulgação dos resultados, a Oi destaca que com as iniciativas adotadas após o plano estratégico resultaram na menor queda do segmento desde 2010. A eficiência da gestão dos custos e despesas também contribuiu para a alta.

Zornig afirma “não ter motivos para mudar as previsões” para os próximos trimestres, uma vez que a companhia registrou números em linha e até melhores que os previstos. “Estamos confiantes em conseguir atingir o previsto em 2012”.

Dividendos
A companhia deverá pagar R$ 1 bilhão em dividendos, sendo R$ 507,7 milhões em dividendos intermediários e R$ 492,3 milhões como bonificação de ações resgatáveis, seguida de resgate imediato. O diretor de relações com investidores, Alex Zornig, diz que o dividendo é necessário e que “não estão fazendo nenhuma loucura” de endividar a empresa.