MPX esclarece notícia e afirma que ANP validou volume no campo de Gavião Branco

Na véspera, Reuters havia informado que o governo impôs térmica biocombustível à empresa por causa de volume insuficiente de gás

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SÃO PAULO – A MPX Energia (MPXE3) esclareceu nesta quarta-feira (22) uma notícia divulgada pela Reuters na última terça-feira. A empresa do grupo EBX, de Eike Batista afirmou que a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) validou um volume total recuperável no campo de Gavião Branco equivalente a 3,9 bilhões de metros cúbicos de gás natural.

De acordo com comunicado, o volume validado é suficiente para atender à demanda de gás da UTE Parnaíba III, assumindo um despacho de 68% durante os 15 anos de vigência do CCEAR (Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado).

A MPX explica que, “considerando que a legislação vigente determina que usinas termelétricas participantes dos leilões de energia nova devem comprovar disponibilidade de combustível que permita despacho de 100% durante a vigência do CCEAR, a companhia assumiu o compromisso de, caso e quando necessário, tornar a usina bicombustível”.

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Com isso, a MPX pôde cumprir o prazo estabelecido pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para a conclusão da aquisição da UTE MC2 Nova Venécia e subsequente transferência do projeto para a bacia do Parnaíba. Além disso, a companhia que nos próximos meses deve apresentar à ANP o plano de desenvolvimento revisado do campo, incorporando os resultados recentes da perfuração, que corroboram estimativas de volume de gás compatíveis com um despacho de 100% durante a vigência do CCEAR.


Repórter de mercados do InfoMoney, escreve matérias sobre ações, câmbio, empresas, economia e política. Responsável pelo programa “Bloco Cripto” e outros assuntos relacionados à criptomoedas.