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SÃO PAULO – Apesar das incertezas no curto prazo, devido ao último balanço operacional e a queda na produção de óleo e gás, o sentimento de otimismo em relação a Petrobras (PETR3; PETR4) parece unânime, na avaliação de Marco Aurélio Barbosa, da Coinvalores.
Tendo em vista a perspectiva de tímido crescimento produtivo neste e no próximo ano, e levando em consideração os efeitos adversos no segmento de abastecimento, a corretora recomenda a compra dos papéis da estatal “para carteiras diversificadas e investidores com foco no médio e longo prazo”. O preço-alvo para agosto de 2013 é de R$ 26,50, o que representa um upside (potencial teórico de valorização) de 24,94%, ante o fechamento da véspera.
A corretora ressalta ainda que a companhia adotou métricas que ampliam o poder de gestão de mais de 900 projetos, além de apontar as condições de democracia estável e as regras claras e transparentes o Brasil que também favorecem o negócio da companhia.
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Por fim, o analista pondera que não é possível desconsiderar os desafios relativos à exploração da Petrobras, assim como a “urgente necessidade de capacitação de mão de obra, inclusão de empresas instaladas no território nacional na cadeia produtiva, bem como o aumento de produção”.
Mais cedo a equipe de análise da XP alertou que os fracos dados de produção de julho sinalizam para mais um trimestre fraco da petrolífera. Entretanto, a alta no preço do barril de petróleo pode compensar parte dessa retração.