Publicidade
SÃO PAULO – A ação da Apple novamente superou uma importante barreira. No after-hours do pregão desta segunda-feira (17), os papéis da gigante da eletrônica superaram os US$ 700 pela primeira vez – atingindo nova máxima. AAPL, negociado na Nasdaq, terminou o pregão “normal” com ganhos de 1,23%, aos US$ 699,78, para depois subir mais 0,24% após o término do pregão, para US$ 701,45.
Esse movimento reflete as pré-encomendas do iPhone 5, que superaram 2 milhões em 24 horas. A demanda pela nova versão é o dobro do recorde do iPhone 4S, que no mesmo período vendeu cerca de 1 milhão de unidades. A empresa se comprometeu a entregar maior parte desses aparelhos no dia 21 de setembro, enquanto outra deve ser entregue em outubro.
Os papéis da empresa já subiram 73% neste ano, uma das maiores altas da bolsa norte-americana. A expectativa é que esse movimento continue, visto que o novo smartphone da companhia parece ser o produto de maior sucesso da companhia. “O iPhone 5 é o melhor iPhone e o produto mais bonito que já fizemos, esperamos que os clientes o amem tanto quanto nós”, afirmou Phillip Shciller, vice-presidente sênio de marketing mundial da companhia fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak.
Continua depois da publicidade
Com a Apple se tornando a mais valiosa do mercado, os investidores começam a se perguntar por que a empresa não está no índice Dow Jones. De acordo com o colunista do MarketWatch e ex-editor do índice, John Prestbo, a empresa tem um valor muito alto por ação. Como o Dow Jones é feito pela média do preço de cada ação das empresas que o compõe, o que aconteceria, nas palavras de Prestbo, “é que teriamos o índice Apple”, já que o valor da bolsa refletiria, basicamente as próprias ações da Apple.