Empresas

Guedes reconhece que programa de privatização não “andou direito”

O ministro ainda negou mais uma vez que o governo não tenha plano para a economia

Paulo Guedes, ministro da Economia (Foto: Edu Andrade/Ascom/ME)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu que o programa de privatizações não “andou direito” não só por problemas políticos como também por questões dentro do governo.

A avaliação foi feita durante participação na abertura do webinário Firjan – Visão Saneamento. “Temos que admitir o que está errado para consertar”, citando também que o programa de crédito em meio à pandemia não funcionou bem no início.

Guedes voltou a afirmar que a recuperação da economia está ocorrendo em “V” e que é necessário separar os fatos das narrativas falsas.

Melhores da Bolsa 2020
Cadastre-se gratuitamente para participar do encontro entre os CEOs das melhores empresas listadas na Bolsa e gestores de grandes fundos, entre os dias 24 e 26 de novembro:
Concordo que os dados pessoais fornecidos acima serão utilizados para envio de conteúdo informativo, analítico e publicitário sobre produtos, serviços e assuntos gerais, nos termos da Lei Geral de Proteção de Dados.
check_circle_outline Sua inscrição foi feita com sucesso.
error_outline Erro inesperado, tente novamente em instantes.

“A economia está voltando com força, são os fatos, porque existem muitas narrativas. O FMI chegou a projetar queda do PIB de 9,5% este ano. Vai ser bem menos que a metade. Alguns economistas projetaram mais de 10% de queda. Diziam que a retomada poderia ser em U ou em L. É importante recuperar essas narrativas falsas e previsões equivocadas”, disse ele, repetindo que a perda de emprego na “maior recessão da história” deve ser 20% da recessão de 2015 e 2016.

“São narrativas de quem já está fazendo campanha política desde o início do governo”, comentou, referindo-se às ditas narrativas falsas.

O ministro ainda negou mais uma vez que o governo não tenha plano para a economia. “Temos plano sim para a economia”, repetindo que o governo já endereçou os três maiores motivos de crescimento de gastos: a previdência, os juros elevados e os salários do funcionalismo.

Segundo Guedes, a previsão é de redução e R$ 450 bilhões no gasto com pessoal. “Precisamos do Congresso”, disse, referindo-se à proposta de reforma administrativa enviado pelo governo.

O lado desconhecido das opções: treinamento gratuito do InfoMoney ensina a transformar ativo em fonte recorrente de ganhos – assista!