PANDEMIA

Goldman Sachs impõe dose de reforço ao manter retorno ao escritório

Qualquer pessoa que entrar em um de seus escritórios deve tomar uma dose de reforço até 1º de fevereiro

Por  Bloomberg -

O Goldman Sachs, um dos mais ferrenhos defensores do retorno de funcionários aos escritórios, tornará as doses de reforço contra a Covid-19 obrigatórias à medida que defende sua filosofia de trabalho enquanto há um aumento nas taxas de infecção em Nova York.

Qualquer pessoa que entrar em um de seus escritórios deve tomar uma dose de reforço até 1º de fevereiro, se for elegível até essa data, disse o banco de investimento à sua equipe nos Estados Unidos.

Enquanto isso, a testagem obrigatória dobrará para duas vezes por semana a partir de 10 de janeiro, disse o banco. Uma porta-voz da empresa não quis comentar sobre as novas medidas.

Os ajustes contrastam com o afrouxamento das orientações de retorno ao escritório na América corporativa, uma vez que a variante ômicron e as reuniões de final de ano impulsionam um aumento mundial nos casos de coronavírus.

O Citigroup disse a funcionários na área metropolitana de Nova York neste mês que eles poderiam trabalhar em casa novamente durante o feriado. Wells Fargo recentemente adiou seus planos de retorno ao escritório indefinidamente.

O CEO do Goldman Sachs David Solomon e o do JPMorgan Chase Jamie Dimon estavam entre os líderes do setor financeiro que conduziram um esforço no início deste ano para chamar os funcionários de volta aos arranha-céus de Manhattan.

Ainda assim, o JPMorgan emitiu uma nota de alerta uma semana antes do Natal, encorajando os funcionários a “exercerem cautela e bom senso” caso se encontrem e a fazerem o teste de Covid-19 antes de eventualmente irem aos escritórios.

A região ao redor de Wall Street foi duramente atingida pelo aumento nas infecções neste inverno nos Estados Unidos, levantando preocupações sobre o que acontecerá nos locais de trabalho e nas escolas depois que as famílias retornarem das festas ou férias nos próximos dias.

Os casos no estado de Nova York atingiram um pico histórico em 24 de dezembro, antes de recuarem no Natal, provavelmente por causa do feriado.

No início deste mês, o Jefferies Financial Group pediu para que seus funcionários trabalhem remotamente e recebam uma dose de reforço até o final de janeiro.

O Morgan Stanley disse aos funcionários que precisam estar no escritório durante as duas primeiras semanas de janeiro para limitarem reuniões presenciais de grande porte e usarem máscaras quando não estiverem em suas mesas, uma imposição que o banco evitou anteriormente.

 

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