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SÃO PAULO – Depois do acordo com a Chrysler, a Fiat mira outro conglomerado automobilístico a fim de consolidar sua participação no setor. Desta vez, o alvo da montadora é a Opel, subsidiária da GM (General Motors) na Alemanha.
Sergio Marchionne, presidente da empresa italiana, já está em Berlim para iniciar as negociações com os líderes políticos alemães sobre a possível compra das operações da Opel. Para isso, a montadora poderá se separar da unidade de automóveis para comprar os ativos da divisão europeia da GM.
Contudo, a Fiat deverá enfrentar forte concorrência. O grupo canadense Magna International e o fabricante de carros russo OAO Gaz também estão de olho na subsidiária da GM, conforme relata uma fonte consultada pela Bloomberg.
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Além das empresas do ramo automobilístico, fundos de investimentos dos Emirados Árabes, de Cingapura e mais três grupos de private equity estariam interessados.
Sem alternativas
Praticamente sem alternativas, a GM tem até 1 de junho para firmar uma parceria e manter a Opel sob seu controle, ou então seguir o caminho da Chrysler, entrando com um pedido de concordata paa a empresa alemã.
A diretoria da Fiat estima que a combinação das operações da montadora italiana, Chrysler e Opel deverão gerar receitas anuais de € 80 bilhões.