Dólar comercial cede à realização de ganhos nas bolsas e sobe 1,5%

Investidores diminuem exposição a ativos de maior risco, atentos a resultados corporativos e agenda econômica de peso

Publicidade

SÃO PAULO – Caminhando para a segunda alta consecutiva, o dólar comercial inicia a quarta-feira (13) sendo negociado perto dos R$ 2,09, o equivalente a valorização de 1,5% frente ao fechamento anterior.

A manhã é marcada pela realização de ganhos na renda variável, pressionando os negócios ao redor do mundo. Há pouco, as bolsas de Londres e Frankfurt operavam com baixas de 1,19% e 1,78% e os índices futuros também indicavam campo negativo em Wall Street.

A esfera corporativa continua chamando atenção dos investidores, que avaliam os resultados trimestrais da ING e Allianz, assim como a multa de € 1,04 bilhão que a União Europeia concedeu à Intel.

Continua depois da publicidade

Agenda econômica

A pauta de indicadores é movimentada no começo do dia, com dados sobre a produção industrial da China, que registrou crescimento no mês passado, ao mesmo tempo em que as vendas no varejo alcançaram forte aumento durante a passagem mensal.

Nos EUA, o volume das vendas ao mercado varejista norte-americano recuou 0,4% na entre março e abril, segundo o Departamento de Comércio. O indicador veio pior do que indicava as projeções, que previam variação nula.

O âmbito doméstico não traz referências de peso na agenda diária, deixando como destaque os resultados trimestrais da BM&F Bovespa, além de CPFL, Usiminas, Marfrig, que devem ser anunciados após o fechamento do pregão . Na próxima sessão, atenção aos números da CSN.

Continua depois da publicidade

Resultado acumulado

Apesar da variação desta quarta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 3,85%
neste mês de maio e uma desvalorização de 10,18% desde o início do ano.