Publicidade
SÃO PAULO – A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) receberá a quantia de R$ 450 mil de duas pessoas da família Steinbruch para encerrar um processo administrativo. A acusação é que, enquanto acionistas controladores indiretos da CSN (CSNA3), tenham negociado papéis da empresa durante o curso de um programa de recompra de ações.
Elizabeth Steinbruch ofereceu R$ 300 mil por ter negociado as ações da companhia em outubro de 2008. Já Ricardo Steinbruch irá pagar R$ 150 mil por negócios feitos em fevereiro de 2007.
O Comitê de Termo de Compromisso da CVM revelou, em relatório, não ter caracterizado as movimentações como uso de informação privilegiada, com finalidade de obter vantagem no mercado. Segundo o documento, não foram identificados elementos que caracterizem o uso de informação privilegiada.