Cosan mantém guidance para ano fiscal de 2013

"O guidance está mantido, porque a empresa acredita que terá condições de atingir todos os indicadores de mercado", diz gerente de RI
Etanol: mesmo competitiva nas bombas, a alternativa mais limpa e renovável vem perdendo espaço para a rival fóssil. (Foto: Divulgação)
Etanol: mesmo competitiva nas bombas, a alternativa mais limpa e renovável vem perdendo espaço para a rival fóssil. (Foto: Divulgação)

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SÃO PAULO – A Cosan (CSAN3) não fará revisão de seu guidance para o exercício fiscal de 2013, apesar do atraso o início da safra 2012/2013, afirmou o gerente de relações com investidores da companhia, Guilherme Machado, durante teleconferência para analistas nesta quinta-feira (9).

“O guidance está mantido, porque a empresa acredita que terá condições de atingir todos os indicadores de mercado”, falou Machado. A chuva do início do ano postergou a safra que teve início somente na primeira quinzena de maio.

A companhia de açúcar e etanol estima uma receita líquida consolidada entre R$ 26 e 26 bilhões para o exercício fiscal de 2013. Em relação ao Ebitda (geração operacional de caixa) a projeção está entre R$ 2,2 bilhões e R$ 2,5 bilhões e para o capex na faixa entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,4 bilhões. 

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Efeitos
O diretor presidente da Cosan, Marcos Lutz, disse que a safra deve se estender até meados de dezembro. Ele esclarece ainda que as perdas do Ebitda consolidado da Cosan no primeiro trimestre fiscal de 2013, que apresentou queda de 15,1%, para R$ 426,7 milhões, foi em função do atraso da moagem de cana-de-açúcar, que registrou queda de 39,8% em relação ao primeiro trimestre de 2012.